domingo, 31 de outubro de 2010

DONS ESPIRITUAIS.

Dons espirituais são as capacitações concedidas pelo Espírito Santo a todo aquele que verdadeiramente entregou a sua vida a Jesus. A partir do momento da conversão, todas as habilidades pessoais passam a ser objeto da graça de Deus para que sejam aplicadas em Seu Reino,e para benefício de vidas. Tudo nos dons espirituais deve convergir para evangelização; ganhar almas para o Reino Eterno. Se houver um dom mais importante que os outros, este é o de profecia; não de prever coisas, mas de falar das maravilhas de “Deus, que quer que todos sejam salvos, e cheguem ao conhecimento da verdade”. Vários são os dons espirituais narrados em Romanos 12; I Coríntios 12 – 14; Efésios 3; I Pedro 4; I Coríntios 7 e Efésios 3. Todos os servos de Deus têm pelo menos um dom espiritual, às vezes desconhecido, e que precisa ser exercitado para aflorar como bênçãos, para o progresso da igreja de Jesus Cristo. Devemos orar para que o Espírito Santo nos mostre o dom ou dons específicos que temos. Todos os dons espirituais devem ser para a glória de Deus e o crescimento coletivo de sua Igreja. A parábola dos talentos, narrada em Mateus 25. 14-30, demonstra claramente qual a vontade de Deus, em  relação aos nossos dons espirituais. Muitos crentes fazem a mesma prática daquele servo (da parábola), que enterrou o seu talento; não produziu nada para o seu senhor. Sirva de alerta para todos nós a atitude daquele homem, que não soube aproveitar a oportunidade de crescer, se tivesse transformado o seu talento em dom espiritual. A nossa obrigação é colocar a serviço do Reino de Deus, os talentos recebidos, transformando-os em dons espirituais.

sábado, 30 de outubro de 2010

A APLICAÇÃO DA FÉ EM NOSSO VIVER.

A área mais importante de um discípulo de Jesus é, sem dúvidas, depois do amor, a fé. Sem amor e fé, torna-se impossível ser um servo fiel e dedicado ao Senhor. Deus criou todas as coisas para o nosso bem, então, por um pensamento lógico, tudo pertence a Ele. Para que recebamos as bênçãos de Deus, precisamos deixar fluir o amor, e buscar na fé o que para nós está destinado. A Bíblia diz que sem fé é impossível agradar a Deus (Hebreus 11.6). No exercício desta fé devemos concluir as seguintes prerrogativas: Crer; falar e praticar.

Não poderemos crer sem conhecimento dAquele a quem dizemos que amamos. Falar é divulgar a todos quantos possível for, que fomos salvos pela graça de Deus, mediante a fé.

Praticar é fazer o que nos é inerente enquanto servos; isto é, foi-nos deixada uma incumbência e, ela só poderá ser executada mediante a nossa disposição em trabalhar para o Reino de Deus, aqui na Terra. De nada nos adiantará conhecer a Palavra do Senhor se não nos dispusermos a fazer valer a Sua total autoridade sobre nós.

Quando colocamos em prática a Fé, o Falar e a Prática daquilo em que cremos, descobrimos que as promessas de Deus em nossa vida começam a acontecer e que elas são uma grande realidade em nós.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

VIDA SANTIFICADA.

Uma vida santificada precede a pureza de espírito. Vivemos em um mundo globalizado, aonde as informações chegam praticamente a todos os lugares da terra; com isto, tornou-se frequente a prática de coisas contrárias à vontade de Deus. O pecado do sexo, dentro deste contexto, talvez seja o que mais esteja em evidência. As famílias, que antigamente preservavam a ingenuidade de seus filhos, hoje, os ajudam a se perverterem, sem nenhum escrúpulo. O que era digno passou a ser ultrapassado. Os filmes, televisão, a internet, enfim, quase todas as formas de comunicação têm propagado o que é contrário ao explicitado na Palavra de Deus.
O nosso exemplo de pessoas salvas deve prevalecer mesmo a contragosto de alguns. Somos novas criaturas em Cristo; lavados e remidos pelo sangue do Senhor. Ele nos deixou a incumbência de proclamar a salvação, testemunhar como sal da terra e luz do mundo. “Somos a nação santa, o povo adquirido”, e , “nada poderá nos separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus”.
A pureza de espírito deve ser latente em todos nós, os salvos por Jesus Cristo; o nosso proceder nos impulsionará para resistir às tentações e fugirmos de todas as situações que nos coloquem com a chance de pecar contra Deus.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

ORAÇÃO.

Todos nós, discípulos de Jesus, fazemos uso da oração, no sentido de receber de Deus o que precisamos. Às vezes pedimos além do necessário e não somos atendidos. Em outras vezes pedimos aquém de nossa necessidade, porque não sabemos pedir. “Pedis e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em vossos deleites”.(Tiago 4.3). Faz-se necessária uma tomada de posição daquilo que pedirmos, para que recebamos, conforme a soberania de Deus. É preciso que sejamos específicos e baseados no ensinamento bíblico, devemos pedir o que cremos que receberemos. Nossas orações devem ser objetivas; não será pelo muito falar, ou repetir, que seremos atendidos. Nossas inquietações não apressarão o atendimento de nossas orações. “Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus, pela oração e súplicas, com ação de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos sentimentos em Cristo Jesus. (Filipenses 4.6 e 7).A oração é uma declaração de fé, que torna possível o que nos parece fora de alcance. Meditar nas promessas de Deus nos ajuda a ter um sentimento maior de esperança e passamos a crer no impossível, pois, o Senhor transformará em bênçãos. Muitas vezes a “cegueira” espiritual tira de nós a visão que devemos ter em relação à oração e ao Reino de Deus; acabamos por negligenciar o que deveríamos fazer em todos os momentos. As enfermidades espirituais não podem desviar o nosso foco.Nada para Deus é mais importante do que um coração contrito diante dEle. Muitos são os exemplos bíblicos de servos do Senhor que tiveram suas orações atendidas, assim como outros que não foram atendidos. O Rei Davi pediu pelo filho, para que não morresse, Deus não o atendeu. O Apóstolo Paulo pediu três vezes a retirada de seu espinho na carne, não foi atendido, mas, recebeu como resposta, "Minha graça te basta". Recebendo ou não o que pedimos, glorifiquemos, sempre, o nome do Senhor.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

O CUIDADO DIÁRIO.

Somos seguidores de Jesus, livre e espontaneamente, por isso, não podemos nos envergonhar do evangelho da salvação, conforme palavras do Apóstolo Paulo, em sua carta aos Romanos 1.16 “Não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê”. Dentro de nosso aprendizado doutrinário há de ser constante o cuidado com os “ventos” de doutrinas, soprados sobre os filhos de Deus. As igrejas proliferam-se por toda parte; infelizmente nem todas propagam o verdadeiro evangelho de Jesus Cristo. O nosso cuidado deve ser em nos resguardarmos das seitas e de toda e qualquer fraternidade ou sociedade secreta, uma vez que somos filhos do Deus Altíssimo. Devemos pautar o nosso viver pela honestidade. Geralmente as facilidades acontecem, mas nem sempre trazem em seu bojo uma totalidade de coisas boas. Tenhamos, pois, todo o cuidado possível para que nos desviemos daquilo que poderá nos prejudicar, no presente ou no futuro. Um dos grandes entraves ao crescimento espiritual é a maledicência. O Apóstolo Tiago dedicou o capítulo 3 de sua carta, para tratar deste assunto, visto ser de grande importância. O controle de nossa língua trará benefícios para nós mesmos e para todos os que nos cercam. A Palavra de Deus nos insta a que não sejamos mexeriqueiros (Levítico 19.16). Outro problema dentro das igrejas de Cristo é a mentira. Alguns fazem questão de inventar fofocas, e ainda pior, divulgam como se fossem verdade. A mentira, assim como outros pecados, prejudica tanto o mentiroso, pois, não entrará no Reino de Deus, quanto o atingido por ela. O falador mentiroso espalha discórdia e contendas, e, isto, Deus abomina. O nosso dia a dia deve ser verdadeiro em todos os sentidos.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

SER RELIGIOSO NÃO GARANTE A SALVAÇÃO ETERNA.

A Bíblia, no capítulo 3 do Evangelho de Jesus Cristo, segundo escreveu João, trata do novo nascimento. Jesus teve um encontro com um homem, chamado Nicodemos, que era muito religioso, entretanto, desconhecia o que representava nascer de novo. Para nosso entendimento, quando nos convertemos, pois, nos arrependemos de nossos pecados, aconteceu o maior milagre; a mudança de caráter, de pensamento e a partir daquele dia, porque depositamos a nossa fé em Jesus Cristo, nascemos de novo, para uma vida frutífera, na presença do Senhor. O Apóstolo Paulo, em sua segunda Carta aos Coríntios 5.17, diz: “Aquele que está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo”. Daquele momento em diante, nos tornamos seguidores (discípulos) de Jesus, sendo esta a decisão mais importante de nossa vida. Nossos problemas não acabaram; não ficamos imunes às lutas e provações, entretanto, passamos a ter maior segurança na solução deles, pois, o Senhor nos ajuda em todas as nossas tribulações. Ser discípulo de Jesus implica em muitas coisas a fazer: Deixar-se guiar pelo Espírito Santo é, talvez, a mais importante. O Senhor Jesus prometeu, e cumprirá, que estaria conosco todos os dias, até a consumação dos séculos. (Mateus 28.20 parte final).Fomos agraciados com o selo do Espírito Santo, conforme Efésios 1.13, e agora, somos propriedade de Deus, pois, nos tornamos seus filhos, por adoção. (“A todos quantos o receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus: aos que creem no seu nome” (João 1.12).Recebemos, de graça, uma nova natureza, para percebermos o quanto Deus nos ama. Do texto de João 3.1-12, fica-nos a certeza de que religião não salva, pois, somente Jesus Cristo tem todo o poder para transformar e salvar vidas.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

A CERTEZA DE NOSSA SALVAÇÃO ETERNA.

A certeza de que somos salvos nos traz à mente a mais maravilhosa das bênçãos alcançadas pelo ser humano: Saber, em vida, que fomos resgatados das trevas para a maravilhosa luz de Cristo. Esta salvação independe de quaisquer emoções do nosso ser. O Apóstolo Paulo deixou registrado, em sua carta aos Efésios, 2. 8,9 “pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós; é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie”. Com esta certeza de salvação; temos condição para resistir às tentações e, também, vencer as tribulações que se nos apresentem. No entanto, ninguém será salvo sem arrependimento de pecados e sem fé. Arrependimento é ter o sentimento de tristeza pelos pecados cometidos, e não apenas um remorso. O Apóstolo Pedro negou a Jesus três vezes, mas, arrependeu-se amargamente; com isso, foi perdoado e transformado no grande apóstolo. Judas Iscariotes traiu a Jesus, entretanto, não se arrependeu; apenas encheu-se de remorso e enforcou-se, perdeu a vida eterna, uma vez que cometeu outro pecado, sem tempo para arrependimento. Fica o entendimento de que é preciso mudança de atitude para deixar as velhas práticas, para não mais fazer coisas erradas e para buscar fazer o bem ao voltar-se para Jesus, uma vez que somos filhos de Deus e temos responsabilidades para com Ele. Quando nos contrapomos às nossas atitudes anteriores e praticamos coisas novas, de submissão e de dependência, concluímos que estamos sujeitos ao Senhor e contrários à vontade de Satanás. Reina em nós a luz do Filho de Deus; vivemos agora em acordo com a Sua vontade, contida em Sua Palavra. Entendamos, pois, que o arrependimento gera em nós total desconforto para com o pecado. Já não nos submetemos a tais práticas, mas, buscamos cumprir a nossa missão de novas criaturas. A alegria da presença de Deus em nós resplandecerá em todas as nossas atitudes. Não há mais a natureza pecaminosa; a insensibilidade; o prazer no pecar; muito menos a vontade de tornar a praticá-lo. Mas, reinará uma nova situação por meio do Espírito Santo, que nos dará amor, sensibilidade, vontade de mudar e de vencer todos os obstáculos, que se nos apresentarem.  Jesus deixou-nos a ordenança do batismo; é claro que o batismo não salva, nem tem poder curativo, mas, é propósito do Senhor que sejamos levados às águas como confirmação e testemunho de fé, diante da igreja e de convidados presentes. Há alguns motivos para sermos batizados: - O primeiro deles é que o Senhor Jesus ordenou, que assim agíssemos (Mateus 28.19); O segundo é que se caracteriza como testemunho público de nossa fé em Jesus; O terceiro é a demonstração simbólica da ressurreição de Cristo. Quando fomos mergulhados na água, aquele gesto refletiu a morte de Jesus, e, quando fomos levantados representou ressurreição para a vida eterna. O batismo é uma demonstração de fé e através dele nos apropriamos da confirmação de que somos novas criaturas. É, também, um dos meios de entrada para a igreja; não o meio pelo qual conquistamos a fé, mas, a confirmação de nossa fé.