sexta-feira, 28 de outubro de 2011

REALIDADES DE NOSSO TEMPO.

O "mundo" está em trevas, apesar de toda a luz existente. A Bíblia diz que ele jaz no maligno, pois todas as coisas do mal contribuem para que assim aconteça. As pessoas estão cauterizadas pelo pecado e já não sentem qualquer diferença entre o bem e o mal, entre o certo e o errado; vivem como mortos que são em sua espiritualidade.
 A consequência natural é o afastamento de tudo quanto diga respeito a Deus. No Livro do Profeta Isaías 1.15 está escrito: "...quando estendeis as mãos escondo de vós os olhos; sim quando multiplicais as vossas orações, não as ouço, porque as vossas mãos estão cheias de sangue". No Livro do Profeta Miquéias diz: "...clamarão ao SENHOR, mas não os ouvirá, antes esconderá deles a sua face" (Miquéias 3.4a). Além de estarem mortos espiritualmente, morrerão fisicamente e terão de comparecer diante do Tribunal de Cristo para julgamento.  "Aos homens está ordenado morrerem uma única vez, vindo, depois disso, o juízo" -( Hebreus 9.27).

 O grande problema é que a morte poderá chegar a qualquer momento, e pegará de surpresa todos os que não estiverem preparados para ela. "Vigiai, pois, porque não sabeis a que hora..." -( Mateus 24.42). Os que morrerem sem preparação para a eternidade, no Dia do Juízo ouvirão palavras terríveis: "Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos" - (Mateus 25.41).

A única estratégia para escapar de tão pesada condenação é buscar ao Senhor. "Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto" - (Isaías 55.6). "Buscarás ao Senhor teu Deeus, e o acharás quando o buscares de todo o teu coração e de toda a tua alma"- (Deuteronômio 4.29). Não há outro meio de mover o coração de Deus a não ser confessar os pecados e pela fé receber Jesus no coração e d'Ele tornar-se discípulo.

A atitude de buscar um "encontro" pessoal com Jesus mudará por completo a história de vida de qualquer pessoa, até mesmo o pior dos bandidos, desde que haja arrependimento sincero e entrega real da vida ao Senhor pela fé. ("Se confessarmos os nossos pecados Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça" - I João 1.9).

A todos é dada a oportunidade da salvação eterna; Deus não obrigará ninguém a tomar esta decisão, mas uma coisa é certa: quem não a tomar, sofrerá consequências desastrosas na eternidade.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

A BONDADE DE DEUS.

           A Bíblia diz que Deus é bom ("Provai e vede que o SENHOR é bom; bem-aventurado o homem que nele confia"- Salmo 34.8), e a sua bondade se renova a cada manhã através de sua misericórdia, de sua fidelidade ("A tua fidelidade estende-se de geração a geração" - Salmo 119.90), para preservar o seu propósito de salvar a humanidade desde a fundação do mundo; para preservar e guardar o seu povo das armadilhas do pecado.
           A bondade de Deus se manifesta quando nos torna seus filhos, pela aceitação de Jesus Cristo como Salvador e Senhor de nossa vida; nos livra da cegueira espiritual e nos faz compreender o seu bom propósito para conosco. ("A todos quantos O receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus: aos que creem no seu nome" - João 1.12).
            A bondade de Deus nos concede perdão pelos pecados cometidos ("Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham, assim, os tempos do refrigério pela presença do Senhor" - Atos 3.19).
            A bondade de Deus nos livra da morte eterna e, já nesta vida nos concede certeza de salvação ("Aquele que tem o Filho tem a vida; quem não tem o Filho de Deus não tem a vida. Estas coisas vos escrevi para que saibais que tendes a vida eterna e para que creiais no nome do Filho de Deus" - I João 5. 12, 13).
            A bondade de Deus se manifesta quando ouve as nossas orações feitas com verdadeiro sentimento de dependência de Sua soberania ("Antes que clamem, eu responderei; estando eles ainda falando, eu os ouvirei" - Isaías 65.24); quando controla as nossas emoções e impulsos; quando se faz presente em nossas aflições ("Invoca-me no dia da angústia, eu te livrarei, e tu me glorificarás"- Salmo 50.15).
            A bondade de Deus se manifesta quando confiamos plenamente em sua providência e esperamos com paciência ("Entrega o teu caminho ao SENHOR; confia nele, e ele tudo fará. Descansa no SENHOR, e espera nele" - Salmo 37.5 e 7).
             A excelência da bondade de Deus se manifesta ainda, em seu amor que não se altera e nem faz acepção de pessoas. Ele mesmo diz; "Com amor eterno te amei; também com amável benignidade te atraí" (Jeremias 31.3)
             Como é bom saber que Deus cuida de nós e providencia todas as coisas que são impossíveis de alcançarmos ou fazermos por nossas próprias forças.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

A VIDA QUE VIVEMOS.

A vida é curta e passageira; muitos apesar desta verdade, ainda atentam contra si mesmos. A prova está nas estatísticas dos acidentes fatais, causados por pessoas embriagadas, que desrespeitam o mais elementar dos direitos: continuar vivo"! Por outro lado, alguns fazem planejamentos perfeitos para o futuro, sem saberem que não depende deles a realização de tais atos. A Palavra de Deus, na carta de Tiago 4. 13 e 14 diz: “Vós dizeis: Hoje ou amanhã, iremos a tal cidade, e lá passaremos um ano, e contrataremos e ganharemos. Digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã. Porque que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco e depois se desvanece”. No Salmo 103.15,16 está escrito: “Porque o homem, são os seus dias como a erva, como a flor do campo, assim floresce; pois, passando por ela o vento, logo se vai, e o seu lugar não conhece mais”.

A morte é certa e inevitável; mesmo que queiramos, não poderemos evitar que ela aconteça. É imperativo que todos, sem exceção, morram apesar de alguns chegarem a idades bem avançadas. Porém, aos que morrerem depois de entregarem a vida ao Senhorio de Jesus serão felizes para sempre. “Preciosa é à vista do SENHOR a morte dos seus santos”. (Salmo 116.15).

Outra coisa que deve ficar bem clara a todos nós é que a morte não é o fim, mas o começo de uma nova e definitiva vida. Se a morte dos santos é preciosa para Deus entendemos que não morreremos eternamente, uma vez que há a garantia de vida eterna, concedida pelo Senhor Jesus a todos quantos O receberem livre e espontaneamente em seu coração. Jesus mesmo disse: “Eu sou a ressurreição e a vida; que crê em mim, ainda que esteja morto viverá; e todo aquele que vive e crê em mim nunca morrerá”. (João 11.25,26).

Deus nos concede um sentimento de eternidade; ninguém de sã consciência procura morrer, exceto é claro, aqueles que têm tendência negativista, mas, o normal é que todos nós queiramos viver por bastante tempo, embora de nada adiante, se o plano do Senhor for outro e, Ele nos chamar para a eternidade. A Bíblia diz no Livro do Profeta Amós, 4.12, parte b: “Prepara-te para te encontrares com o teu Deus”.

A beleza da vida está exatamente no propósito de não sabermos o que nos acontecerá, mas na certeza da proteção do Senhor sobre todos nós os que cremos. Ter a certeza de salvação traz conforto ao coração. O apóstolo Paulo escreveu: “Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é lucro”.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

VALORES CRISTÃOS.

A Palavra de Deus nos ensina, nos exorta, nos faz compreender melhor todas as coisas à nossa volta e em nós mesmos. Dentre as mais variadas formas de ensinamento podemos extrair alguns valores, que devem nortear a nossa convivência com o cônjuge, com os filhos, com os pais, com parentes, amigos  e vizinhos.
Estes ensinamentos deverão ter em nós o peso de valores inquestionáveis. A comunhão com Deus através da oração, ou de nossas atitudes nos fará compreender melhor o nosso próximo e, a partir deste ponto nos tornaremos mais:
- Tolerantes para com todos à nossa volta: “Mas nós que somos fortes devemos suportar as fraquezas dos fracos e não agradar a nós mesmos. Portanto, cada um de nós agrade ao seu próximo no que é bom para edificação. Porque Cristo não agradou a si mesmo, mas, como está escrito: Sobre mim caíram as injúrias dos que te injuriavam” (Romanos 15.1-3);
- Altruístas em compartilhar com o  próximo os sofrimentos e aflições que estejam a enfrentar, ajudando-o em suas necessidades: “Amarás ao teu próximo como a ti mesmo” (Marcos 12.31).  “O que tapa o seu ouvido ao clamor do pobre também clamará e não será ouvido” (Provérbios 21.13);
- Sinceros em relação a todos os  atos, sejam na área familiar, profissional, acadêmica ou espiritual:  “O amor seja não fingido. Aborrecei o mal e apegai-vos ao bem. Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros. Não sejais vagarosos no cuidado; sede fervorosos no espírito, servindo ao Senhor”. (Romanos 12.1-3);
- Compreensivos para com aqueles que necessitam ser apenas ouvidos: “O amor é sofredor, é benigno, não é invejoso, não trata com leviandade, não se ensoberbece, não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta”. (I Coríntios 13.4-7);
- Agradáveis nas atitudes que dizem respeito ao convívio com as outras pessoas, sejam elas mais chegadas a nós ou não: “Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada uma considere os outros superiores a si mesmo. Não atente cada um para o que é propriamente seu, mas cada qual também para o que é dos outros. De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve em Cristo Jesus...”(Filipenses 2. 3-5);
- Perdoadores àqueles que nos façam qualquer desagrado, ou até mesmo nos agridam de alguma forma: “Sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo” (Efésios 4.32). “Suportando-vos uns aos outros, se algum tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também” (Colossenses 3.13);
- E, finalmente, amorosos para com todos à  volta, sem acepção de pessoas: “O meu mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei. Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a sua vida pelos seus amigos” (João  15.12, 13).
Sejam, portanto, estes os nossos valores cristãos e, certamente agradaremos ao nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

sábado, 8 de outubro de 2011

TRIBUTO A UM PROFETA DE DEUS.

 
          O profeta de Deus é aquele que anuncia com autoridade o que o próprio Deus ordena em Sua Santa Palavra. É revestido de poder para falar as verdades bíblicas inerentes à sua peculiar escolha de servir ao Senhor, com a proclamação do evangelho, que salva, liberta e cura.
          Todas estas qualidades Deus conferiu ao seu servo, Pastor Josué Valandro de Oliveira, que hoje completa 45 anos de abençoado e abençoador ministério, tanto na pregação, quanto no aconselhamento, na ajuda aos necessitados, na exortação e até nas brincadeiras.
          São 45 anos dedicados ao serviço do Reino de Deus aqui na Terra, que no futuro, quando se encerrar, ele poderá dizer como o apóstolo Paulo disse: “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo Juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda”. (II Timóteo 4 7,8).
           Nesse espaço de tempo milhares de mensagens foram proferidas, inúmeras vidas foram transformadas, outros milhares alcançados entregaram a vida a Jesus, foram batizados e, servem ao Senhor com alegria no coração, dentre eles estou incluído.
           Nesses 45 anos dedicados à proclamação do evangelho de Jesus Cristo, os últimos quase 28 anos foram em nossa Igreja Batista de Tauá, que neste período sob a sua liderança espiritual expandiu a mensagem salvífica através de seis (6) novas igrejas filhas na Ilha do Governador e, uma na cidade de Brazópolis-MG.
            É um servo humilde, dedicado, respeitado, respeitador, amigo de todos, mas, acima de tudo cheio do Espírito Santo de Deus. Prega o que vive e vive o que prega através de suas demonstrações de carinho, afeto e amor a todos.
           Fica a nossa gratidão a Deus por nos ter concedido esta grande bênção: sermos pastoreados por alguém escolhido, separado, preparado e que demonstra em todas as suas atitudes depender da graça do Senhor.
            A nossa sincera oração é que Deus conceda ao nosso pastor Josué, grandes alegrias, grandes vitórias, perfeita comunhão, mas sobretudo, a certeza de dever cumprido quando chegar à morada celestial.

sábado, 1 de outubro de 2011

OUTUBRO - MÊS DA CRIANÇA

               Jesus deixou-nos importante mensagem sobre as crianças: “Em verdade vos digo que qualquer  que não receber o Reino de Deus como uma criança de maneira nenhuma entrará nele”. (Marcos 10.15).  A igreja precisa entender a urgente necessidade de investir nas crianças, pois elas são o referencial de pureza diante de Deus.
               As crianças querem apenas ser felizes, não se importam com conceitos ou preconceitos; vivem com alegria no coração. Elas são  sem máscaras ou hipocrisias. Não querem agradar para com isto tirarem proveito.
               As crianças são submissas e dependentes; nenhum outro ser vivo depende tanto dos pais quanto uma criança. Quando criadas sob a orientação dos pais crentes, as crianças tendem a desenvolver um sentimento de amor a Deus e ao próximo. A Bíblia diz em Provérbios 22.6: “Ensina o menino o caminho em que deve andar, e, até quando envelhecer, não se desviará dele”. Ainda em Provérbios diz no capítulo 20 versículo 11: “Até a criança se dará a conhecer pelas suas ações, se a sua obra for pura e reta”.
               O grande problema que o nosso País enfrenta é exatamente o ter deixado de lado a assistência às famílias, e em consequência disso, o aumento da criminalidade em todos os níveis, tornou-se muito grave. A falta de educação do caráter conduz ao mundo do crime, muitas vezes sem volta para aqueles que praticam delitos e são apanhados pela justiça.
               Nossas crianças têm o direito de receber o melhor que pudermos fazer para que elas cresçam no conhecimento, principalmente de Deus, desenvolvam-se e tornem-se adultos, física, intelectual e espiritualmente saudáveis, a fim de posteriormente ajudarem outros a alcançar seus objetivos de vida.
               A nossa responsabilidade aumenta a cada dia que passa, pois a ciência, principalmente tecnológica, avança de forma extraordinária e se faz necessário dar às crianças a oportunidade de terem acesso a tudo quanto precisam aprender.
               Sem educação nenhum país  pode  desenvolver-se de forma completa. Sem Deus nenhum ser humano terá chance de uma vida plena. Aos pais, leitores deste artigo afirmo: criem os seus filhos bem próximos de vocês, ensinando-os a obedecer os preceitos bíblicos, e, no futuro não lhes darão preocupação.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

PAI NOSSO.

         A oração modelo do "Pai Nosso", ensinada por Jesus aos seus apóstolos, demonstra algumas características para que a entendamos. O ensinamento  não é para que a repitamos a cada oportunidade, podemos até fazer em algumas situações, mas, sobretudo, para que a tenhamos como direcionamento aos nossos pedidos e agradecimentos.
        Chamar de "Pai" representa além da intimidade com Deus o reconhecimento de Sua soberana vontade, e, para isso precisamos ter fé inabalável em adoração ao Senhor, com louvores e testemunho vivo de Sua divindade.
         Pedir que "seja feita a Sua vontade" importa em nos submetermos à autoridade do Senhor sem quaisquer fatores ou condições. Precisamos entender que a vontade de Deus se cumprirá em tudo, mesmo que pessoas achem que poderão conseguir alguma coisas no terreno espiritual por seus próprios méritos.
         Suplicar pelo "pão nosso de cada dia" implica em dizer: Senhor não nos deixe sem a nossa provisão, pois, entendemos pertencer a ti todas as coisas.
        "Perdoa-nos as nossas dívidas" é uma confissão plena de nossos pecados; o reconhecimento sincero de tudo o que praticamos contrário à Sua vontade.
        "Não nos deixes cair em tentação" é uma petição para que sejamos livres das potestades do mal, que nos afligem a todo momento.
        Entendemos que a oração do "Pai Nosso" serve como modelo para que direcionemos as nossas súplicas ao Senhor, em conformidade com a Sua vontade. Jesus mesmo disse: "Pedi e recebereis, para que a vossa alegria se cumpra" (João 16.24).
        Entendemos, também, que ninguém pode determinar qualquer coisa em sua oração, como muitos têm apregoado, ao contrário, se o próprio Jesus Cristo, o nosso Senhor e Salvador, ao orar pediu  que fosse feita não a Sua vontade, mas, a vontade do Pai; com qual autoridade alguém pode fazer diferente?
        O propósito da oração é entender perfeitamente que a vontade de Deus é soberana e que ela se fará em nossa vida.
         Algumas coisas são indispensáveis às nossas orações; dentre elas destaco duas de suma importância:
fé e busca pela santificação. A Bíblia diz que sem fé é impossível agradar a Deus (Hebreus 11.6), e sem santificação, ninguém O verá. (Hebreus 12.14).