sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

CREDIBILIDADE.


Texto escrito em 07/12/2012 - aqui reproduzido.




Credibilidade  é a qualidade do que é crível. O grande problema é mantê-la. Tudo, nestes últimos tempos tem contribuído para que as pessoas esqueçam deste grande dilema da vida: “ser ou não ser”, conforme afirmação filosófica.
As questões humanitárias mexem com o nosso viver e nos fazem pensar em desistir delas, uma vez que nada é feito no sentido de preservá-las por quem de direito.
Ter credibilidade não é apenas não estar com o nome “sujo” na praça; envolve muito mais além daquilo que pensamos ou achamos. É preciso ser responsável através de atitudes grandiosas, mas também nos pequenos gestos.
Muitas pessoas prometem fazer muitas coisas, entretanto, o tempo passa e nada realizam, deixam cair no esquecimento e quando todos não mais pensam sobre o assunto, ganham notoriedade, mesmo sem nada terem feito  que merecesse qualquer elogio.
Ter credibilidade custa muito “caro”; é preciso buscar o aperfeiçoamento e não negligenciar em quaisquer áreas da vida, mesmo em prejuízo próprio. É respeitar o direito alheio; é uma busca constante em servir ao próximo; é não buscar a primazia nos locais onde esteja; é, sobretudo, ter plena consciência de fazer o melhor para o Reino de Deus e para a humanidade.
As maiores riquezas não podem subjugar debaixo de seus interesses aqueles que buscam fazer valer as suas ideias em benefício do seu próximo.
Quando todos nós agirmos dentro dos padrões de Deus, baseados na Palavra que diz: “Somente deveis portar-vos dignamente conforme o evangelho de Cristo (...)  pela fé com o mesmo ânimo” (Filipenses 1.27), seremos pessoas com credibilidade diante de nossos parentes, amigos, irmãos na fé e vizinhos.

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

FINAL DE ANO.




Os nossos desejos para o ano que se aproxima precisam estar correlacionados ao que fizemos ou deixamos de fazer neste que se finda. O Senhor Deus tem-nos concedido a alegria da esperança, no decorrer de nossa vida, em todos os empreendimentos dos quais participamos.

Os verdadeiros sonhos devem ter a nossa prioridade para que consigamos realizá-los com qualidade, segundo o propósito de Deus para a nossa vida. Em contrapartida, a realidade nos devolve ao racional, para que busquemos fazer o que for preciso a atingir as metas propostas e, assim, consigamos vencer as adversidades, que se interporão entre nós e aquilo que queremos alcançar. 
Sabemos que nada se consegue facilmente. Há um provérbio popular que estabelece: “Vencer sem lutar é triunfar sem glória”. A nossa fé em Jesus deve prevalecer a cada momento de dificuldade; ela nos ajudará a contornar as mais diversas situações e nos fará compreender cada vez mais que, sem comunhão com o Senhor não somos nada. Ele mesmo diz em Sua Palavra: “Sem mim nada podeis fazer”(João 15.5). 
Seja este final de ano um renovar de esperanças para um mundo melhor, com mais justiça social e, principalmente, em total dependência ao Criador.

terça-feira, 20 de dezembro de 2016


VIDA SUBMISSA A DEUS.

Podem dizer que vivem submissos a Deus todos os que, baseados na bendita Palavra do Senhor, agem de forma equilibrada tanto em suas ações, quanto em suas reações; os que se submetem a autoridade constituída em qualquer área, mas, principalmente na espiritual; os que encontram conforto na leitura da Bíblia; os que não se insurgem contra a sua liderança; os que de alguma forma procuram ajudar o seu próximo porque não são egoístas; os que consideram que ganhar almas para o Reino eterno é mais importante que qualquer outro ato; os que não desviam o seu foco de servir a Deus, com alegria no coração, mesmo que estejam a enfrentar grandes aflições; os que não se deixam envolver pelas artimanhas de satanás; os que não dão lugar à maledicência, ao clubismo evangélico, aos grupos dos intocáveis nem qualquer atividade contrária ao bom andamento da Igreja de Cristo.

Podem dizer que vivem submissos, ainda, os que não se envergonham do evangelho; os que são testemunhas vivas do amor, da misericórdia e da graça do Senhor em sua vida; os que ajudam na obra da evangelização, através de suas orações e contribuições, pois, são fieis em seus dízimos e ofertas; os que contribuem para que o mundo deixe de andar em trevas e chegue ao conhecimento da verdade; os que auxiliam o seu pastor em sua árdua tarefa de conduzir o rebanho de Deus, aqui na Terra; os que têm o seguir a Jesus Cristo como estilo especial de vida; os que prezam os relacionamentos interpessoais; os que se deixam conduzir pela soberana vontade de Deus; os que não recalcitram contra o Senhor.

Enfim, podem dizer que vivem submissos a Deus todos os que crescem como cristãos maduros e não se deixam envolver em questões tolas; os que buscam viver de forma agradável ao coração de Deus; os que deixam de lado todas as coisas contrárias ao bom andamento das coisas eternas, dentro das expectativas divina e humana; os que não se levantam para reivindicar condições a beneficiá-Ios, mas, humildemente se colocam à disposição para ajudar em tudo o que for preciso; os que não fazem questão das luzes dos holofotes, mas, preferem dar lugar à simplicidade da vida; os que fazem questão em ser bênçãos para outras pessoas; os que não necessitam de advertência, pois, vivem para a glória de Deus.

Sejamos, todos nós, cristãos submissos à vontade de nosso Salvador e Senhor Jesus Cristo para que agrademos ao Seu coração e sejamos, por Ele, abençoados e assim abençoaremos outras vidas, em nosso período de existência terrena. Entendamos que, a vida futura depende desta presente; o que aqui fizermos de bom ou de ruim nos será creditado para sempre. A eternidade, como o próprio nome diz, nunca mais acabará. O que realmente contará, será o que fizermos, enquanto vivos fisicamente, para alegrar o coração do Senhor.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

VENCER OBSTÁCULOS.




Viver é vencer obstáculos. Ninguém de sã consciência pode afirmar que nunca enfrentou dificuldades, crises, provações, enfim, obstáculos. Como enfrentá-los? Há várias maneiras de agir para conseguir superá-los. Mencionarei apenas duas: a primeira providência é depender de Deus, sem o que não haverá sucesso em qualquer empreitada. Obedecer é a palavra chave para ajustar-se à soberana vontade do Senhor, Criador de todas as coisas; enfrentar os problemas, e não escondê-los é a segunda providência a ser tomada, quaisquer que sejam eles, especialmente se forem na área espiritual: “Enquanto eu me calei, envelheceram os meus ossos pelo meu bramido em todo o dia. Porque de dia e de noite a tua mão pesava sobre mim; o meu humor se tornou em sequidão de estio. Confessei-te o meu pecado e a minha maldade não encobri; dizia eu: Confessarei ao SENHOR as minhas transgressões; e tu perdoaste a maldade do meu pecado”.(Salmo 32.3-5).

A Bíblia, em diversos textos, mostra a vontade de Deus em relação à humanidade e, especialmente, aos seus filhos, aqueles que já nasceram da água e do Espírito. Essa vontade se caracteriza em ajuda nos momentos cruciais da vida. Quando Moisés morreu, a responsabilidade sobre o povo foi passada para Josué. Deus ordenou e disse: “Serei contigo ; não te deixarei nem te desampararei” (Josué 1.5-b). Em consequência dessa disposição em ajudar, determinou algumas coisas, dentre elas, Josué precisaria esforçar-se e ter bom ânimo, para conseguir atingir o objetivo do projeto de Deus para aquele povo: levá-lo à Terra Prometida. Ao trazer para nossos dias esses ensinamentos, não podemos compreender como tantas pessoas desistem de seus “sonhos” tão rápido e, transferem para outros objetivos aquilo que deveriam ter acabado de fazer.

Humildade é um dom concedido por Deus àqueles que pretendem fazer algo em benefício de outrem e não a si mesmos. Conceitos errados da humildade colocam dúvidas em todos os que de alguma maneira pretendem ser úteis. Jesus nos manda ser mansos e humildes de coração (Mt.11.29). Em Mateus 5.3 diz: “Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o Reino dos céus”. Podemos analisar da seguinte forma: Quando somos humildes de espírito agradamos ao Senhor da vida, porque dele vem esta indicação. Grandes mudanças aconteceram na sociedade desde a sua organização, mas em todos os tempos sempre existiram e, continuarão a existir, os que a despeito de contrariarem a vontade de Deus fazem questão de ser soberbos, inconsequentes, blasfemos e ávidos por holofotes.


sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

PAZ



Ter paz independente de circunstâncias, entretanto, nem todos conseguem tê-la, pois, vivem preocupados com tantas coisas, que esquecem o principal, a verdadeira paz que está somente em Jesus. Ele mesmo nos deixou esta grandiosa mensagem: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vô-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize” (João 14.27), e, no capítulo 16, versículo 33 diz “Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo”. 
 
Entendemos que seguir a Jesus é ter paz completa, independente de quaisquer fatores a favor, ou, contrários à nossa vontade. Ter paz é saber que, mesmo sob pressão psicológica, financeira, social, relacional ou outras quaisquer, Jesus está em nós e conosco; nos ajuda a suportar todos os tipos de provações, aflições ou, ainda, perdas materiais, sentimentais, familiares, assim como nos momentos de alegria, não nos deixa perder ou abandonar a nossa fé; porque o nosso espírito está ligado ao Seu Espírito e, assim, vivemos confiantes na providência Divina em nós.

Enfrentar aflições é algo inerente ao ser humano, não uma maldição, como muitos acreditam. O próprio Senhor Jesus Cristo nos afirma em Sua Palavra, como acima exposto; mas, isto não equivale dizer que devemos nos conformar com algum tipo de sofrimento, pelo contrário, o conselho é: “Ter bom ânimo”. O nosso modo de agir determinará aonde queremos chegar; Deus não fará por nós o que podemos realizar. 

Apesar de nossa paz não depender de circunstâncias, precisamos trabalhar com todos os nossos esforços para que a consigamos, através de uma busca incessante de comunhão com Deus

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

VIDA EM DEUS.


Uma vida nas mãos de Deus, precede a pureza de espírito. Vivemos em um mundo globalizado, as informações chegam praticamente a todos os lugares da terra; com isto, tornou-se frequente a prática de coisas contrárias à vontade de Deus. O pecado do sexo, dentro deste contexto, talvez seja o que mais esteja em evidência. As famílias, que antigamente preservavam a ingenuidade de seus filhos, hoje, os ajudam a se perverterem, sem nenhum escrúpulo. O que era digno passou a ser ultrapassado. Os filmes, televisão, a internet, enfim, quase todas as formas de comunicação têm propagado o que é contrário ao explicitado na Palavra de Deus.
O nosso exemplo de pessoas salvas deve prevalecer mesmo a contragosto de alguns. Somos novas criaturas em Cristo; lavados e remidos pelo sangue do Senhor. Ele nos deixou a incumbência de proclamar a salvação, testemunhar como sal da terra e luz do mundo. “Somos a nação santa, o povo adquirido” e , “nada poderá nos separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus”.
A pureza de espírito deve ser latente em todos nós, os salvos por Jesus Cristo; o nosso proceder nos impulsionará para resistir às tentações e fugirmos de todas as situações que nos coloquem com a chance de pecar contra Deus. Quando temos intimidade com Deus, nos comunicamos com Ele, e esta comunicação transforma-se em comunhão. É comum observar pessoas com tristeza no coração, que chegam a transparecer em sua fisionomia o porquê de assim estarem. Isto deriva da perda da intimidade, causada por alguns fatores: O orgulho é algo que Deus abomina; (Provérbios 8.13: “Odeio o orgulho e a arrogância”). O ser rebelde contra o Senhor traz consequências nefastas para todos os que assim agirem. (Ezequiel 3.7b: “Não me querem dar ouvidos”).
 O pecado é outro fator preponderante no afastamento de Deus. O Salmo 66.18 diz: “O Senhor não me ouvirá se eu atender à iniquidade no meu coração”. Ser negligente, isto é, não dar a devida atenção que o Senhor merece, quanto ao ler a Sua Palavra; a orar; a confessar pecados e tantas outras coisas que devemos fazer e, às vezes, somos omissos e, ainda queremos dar explicações para tais atitudes. O mundo oferece muitas coisas boas, no entanto, nem todas devem ser objetos do nosso viver, pois causam malefícios, que nos tornarão escravizados e sujeitos a eles. Como Deus considera cada pessoa responsável pelos seus próprios atos, fica bastante claro que através deles, se forem maus, perderemos a intimidade com o nosso Criador. (Romanos 14.12 “Cada um de nós dará contas de si mesmo a Deus”).
Há perdão para os que se arrependem, e promessas de reconciliação a todos que desejarem. Não permitamos, sob qualquer hipótese, que alguma coisa, ou alguém, nos faça perder a comunhão com o Senhor Jesus, nosso Salvador, que por nós morreu em uma terrível cruz, para que tivéssemos vida em abundância.

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

VIOLÊNCIA – UMA TRAGÉDIA HUMANA.



Este texto foi postado em 2010 em relação à violência naquele ano. Seis anos depois tudo piorou: a violência está mais acirrada em todos os níveis e, ninguém faz nada para, ao menos, minimizá-la.
 
Temos visto, ouvido e lido, através da mídia, que a violência atingiu níveis absurdos, fora de controle das autoridades constituídas. Infelizmente, para alguns, este é um dos motivos pelos quais as vendas de jornais e revistas aumentam, pois, trazem em suas matérias a violência dissecada, pormenorizada, e, isto atrai a atenção de pessoas, ávidas que estão por notícias, sem o menor constrangimento. A nossa preocupação deve ser no sentido de que não se torne absolutamente normal, esta prática que contraria a vontade do nosso Criador. 
 
O Senhor nos criou para a Sua glória, e como bons filhos devemos andar em conformidade com a Sua Soberana vontade. Não podemos e nem devemos-nos acostumar com este mundo perverso e pervertido, em todos os sentidos, uma vez que não mais existe o sentimento de solidariedade, de humanidade, em determinadas pessoas, as quais, vivem dissolutamente e querem que o “circo pegue fogo”.

A Palavra de Deus nos recomenda, que não devemos nos conformar com estas coisas, mas que nos transformemos pela renovação de nosso entendimento( Romanos 12.2). Alguns poderão argumentar que, nada podem fazer, e, mesmo que façam alguma coisa é quase nada, em relação aos milhões de pessoas neste nosso País. É verdade, se apenas uma pessoa procurar fazer o bem, ser pacificadora, conciliadora e mais que isto, buscar em Deus a solução para os nossos problemas sociais, não conseguirá muita coisa; mas, se todos os servos de Deus fizerem a sua parte em oração e ação, muito será feito; conseguiremos suprir a necessidade daqueles que sofrem e precisam de ajuda. Não compactuemos, pelo descaso, com tantas barbaridades da violência diária, mas, façamos a parte que nos cabe fazer, e, o Senhor Jesus nos ajudará.