Nossa vida é constituída de altos e baixos, não parecendo ser qualquer coisa a superar expectativas, mas, sobretudo para fazer valer a necessidade de superação da própria vida. Parece meio paradoxo querer transformar idéias em realidades quando tudo é contrário àquilo que precisávamos para conseguir o intento imediato. Coisas correlatas podem acontecer a partir de idéias concretas e que caracterizam os anseios de uma quase totalidade das pessoas, mesmo sabedoras que não poderão fazer valer suas perspectivas.
Muitas alternativas poderão aparecer no sentido da compreensão humana, porém, nada substituirá a sua verdadeira necessidade de viver em paz. Viver em paz é antes de tudo receber a Jesus no coração e fazer a Sua Soberana vontade, pois, as circunstâncias não mais terão qualquer influência em nossas atitudes. Nada deverá atrapalhar a comunhão dos filhos de Deus.
A manifestação da glória de Deus começa em cada servo que se dedica a fazer tudo conforme ensina a Bíblia. Nenhuma desculpa pode ser aceita como fator preponderante para a não aceitação da verdade bíblica. Todas as necessidades do ser humano estão inseridas em seu contexto histórico e espiritual. A Palavra de Deus nos inspira a viver de forma agradável àquele que nos criou e nos quer cada vez mais próximo a Ele.
Diferentemente de todas as questões humanas, as espirituais nos fazem crescer em todas as áreas e nos ajudam a vencer, pela fé, as contradições que nos afligem. Por outro lado, as questões que afligem a maioria das pessoas, trazem grandes dúvidas e acabam por transtorná-las em todas as suas atividades.
Para todos os questionamentos humanos, nenhum deles pode ser totalmente esclarecido sem a ação do Espírito Santo de Deus; entendemos ser providencial a submissão completa da soberana vontade do Senhor. Por fim, não nos compete, em termos existenciais, definir por nossa própria capacidade todas as coisas sem a bondade misericordiosa de Deus.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
REFLEXÕES
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
PALAVRAS DE CONFORTO E INSPIRAÇÃO.
"Assim, também vós, como desejais dons espirituais, procurai abundar neles, para edificação da igreja". (1Co 14.12).
"O testemunho é este: que Deus nos deu a vida eterna; e esta vida está em seu Filho. Quem tem o Filho tem a vida: quem não tem o Filho de Deus não tem a vida". (1Jo 5.11, 12).
“Clama a mim, e responder-te-ei e anunciar-te-ei coisas grandes e ocultas, que não sabes” (Jr 33.3)
“Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá a Deus” (Hb 12.14).
“Amarás o Senhor, teu DEUS, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento” (Mt 22.37).
“Portanto, se alguém está em Cristo, nova criatura é...” (2Co 5.17).
“Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado” (Sl 51.17).
“Mas, buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas” (Mt 6.33).
"Retira o teu pé da casa do teu próximo, para que não se enfade de ti, e te aborreça". (Pv 25.17).
"Aquele que difama o seu próximo, às escondida, Eu o destruirei..." (Sl 101.5).
"Obedecei a vossos Pastores, e sujeitai-vos a eles; porque velam por vossas almas, como aqueles que hão de dar conta delas; para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil". (Heb 13.17).
"Sejam vossos costumes sem avareza, contentando-vos com o que tendes; porque Ele disse: Não te deixarei, nem te desampararei". (Hb 13.5).
"De modo que vos porteis com dignidade para com os de fora..." (1 Ts 4.12).
"Não andarás como mexeriqueiro no meio do teu povo". (Lv 19.16).
"Sabei que o Senhor é Deus: foi Ele, e não nós, que nos fez povo seu e ovelhas do seu pasto" (Sl 100.3).
"E, como vós quereis que os homens vos façam, da mesma maneira lhes fazei vós também". (Lc 6.31).
"Retenhamos firmes a confissão da nossa esperança; porque fiel é o que prometeu". (Hb 10.23).
"Ora, sem fé é impossível agradar-lhe: porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que Ele existe e que é galardoador dos que o buscam". (Hb 11.6).
"Não sejais vagarosos no cuidado: sede fervorosos no espírito, servindo ao Senhor; alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, perseverai na oração". (Rm 12.11,12).
"Não estejais inquietos por coisa alguma: antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplicas, com ação de graças". (Fp 4.6).
"Posso todas as coisas naquele que me fortalece" (Fp 4.13).
"O meu Deus, segundo as suas riquezas, suprirá todas as vossas necessidades em glória, por Cristo Jesus" (Fp 4.19)
"Ora, àquele que é poderoso para fazer tudo mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos, segundo o poder que em nós opera. A esse glória na igreja, por Jesus Cristo, em todas as gerações, para todo o sempre. Amém".(Efésios 3.20).
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
PERSPECTIVAS.
domingo, 1 de janeiro de 2012
ANO NOVO, NOVAS ESPERANÇAS.
domingo, 25 de dezembro de 2011
É NATAL!
Apesar de não sabermos a data exata do nascimento de Jesus, hoje comemoramos o mais glorioso acontecimento de todos os tempos e que jamais voltará a acontecer.
Sabemos da importância do nascimento de uma criança para os seus pais, mas, nada pode ser comparado ao que aconteceu na cidade de Belém, em uma manjedoura, onde nasceu o Salvador de todos os que a Ele se dirigirem em busca da salvação eterna de sua alma.
Nas Escrituras, em nenhum momento somos instruídos a comemorar esse tão sublime acontecimento. Jesus nos intruiu sim, a comemorar a ceia, em memória de seu sacrifício na cruz do Calvário, para remissão de nossos pecados.
Muitos usam o pretexto da comemoração natalina para aumentarem os seus ganhos financeiros; outros apenas querem fazer festa para os parentes e amigos, mas, há os que realmente comemoram com o coração cheio de alegria, a chegada a este mundo, do Rei dos reis, Senhor dos Senhores, Pai da eternidade, Príncipe da Paz. O SENHOR JESUS CRISTO, que é o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém conseguirá ter vida plena no tempo presente, sem Jesus e, muito menos a vida eterna.
Sejamos conscientes da importância do nascimento de Jesus e, busquemos viver de forma agradável ao Seu coração, pois, somente assim faremos a vontade do Pai.
Seria maravilhoso para a humanidade se houvesse o verdadeiro entendimento do plano de Deus, para reconciliar consigo mesmo todos os pecadores. O Seu plano de salvação incluiu o nascimento, a morte e a ressurreição de Seu Filho Amado.
Jesus nasceu, sofreu em nosso lugar, morreu mas ressuscitou para vencer a morte e viver eternamente; com isso, todos nós fomos beneficiados, pois, o caminho para o céu foi aberto e colocado à disposição de todos quantos assim entenderem.
Aos que ainda não têm certeza de salvação, fica a palavra de alerta registrada em Amós 4.12 : “Prepara-te para te encontrares com o teu Deus”. Esta preparação deve começar imediatamente. Ninguém sabe quando deixará esta vida.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Por que e para que Jesus veio a este mundo?
A resposta a esta pergunta dupla é simples de responder, desde que pela fé entendamos o plano de Deus para a humanidade:
O nascimento de Jesus foi o ato mais perfeito e glorioso já acontecido e que jamais será repetido. O anúncio de Seu nascimento foi feito pelo Anjo do Senhor (“Não temais, porque eis aqui vos trago novas de grande alegria, que será para todo o povo, pois, na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor” (Lucas 2.10,11).
Jesus veio a este mundo pelo grande amor de Deus pelos pecadores, pois, não tínhamos como pagar pelos nossos pecados. Esse foi o principal motivo de Sua vinda: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3.16).
Apesar de todo o esforço de Deus para salvar a humanidade, a grande maioria continua sem acreditar nesta verdade absoluta: “Deus quer que todos sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade” (I Timóteo 2.4)
A segunda resposta está agregada à primeira, pois, o Senhor “veio buscar e salvar o que se havia perdido” (Lucas 19.10). No propósito de Deus, veio também para desfazer as obras do diabo (I Pe. 3.8-b).
Entendemos que Deus na Sua infinita misericórdia e através de Sua graça, não viu outra maneira de salvação para os pecadores a não ser o sacrifício de Seu próprio Filho, com o derramamento de sangue, para purificação de todos os que crerem.
Enquanto o “mundo” se preocupa com presentes, mesas fartas, bebidas e tantas outras coisas; nós, os servos do Senhor, devemos agradecer por Sua bondade em nos querer reconciliados e salvos para a vida eterna. O amor de Deus transcende ao nosso entendimento, e, por isso, somos agradecidos pelo que fez por nós.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
A EFEMERIDADE DA VIDA.
A humanidade vive como se não houvesse um fim. Parece até que ninguém deixará esta vida terrena. A verdade é que a nossa vida é curta e passageira. Quando menos esperamos, constatamos que deixamos de fazer muitas coisas proveitosas para o Reino de Deus, para a família, para a igreja, para a sociedade e, pricipalmente, para nós mesmos.
Esta constatação acontece quando percebemos que já não conseguimos fazer as mesmas coisas, que fazíamos com facilidade e desenvoltura pouco tempo atrás. Por outro lado, é muito bom saber que atingimos uma idade que nem todos conseguem, pois são ceifados pelo caminho, e que vivemos de forma agradável ao Senhor, pois O servimos com alegria no coração.
As coisas deste mundo não podem se sobrepor aos nossos propósitos de servir a Deus e ao próximo. Lembremos sempre da palavra de Jesus em Mateus 7.12 “Tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lhes vós também…”.
A nossa vida, mesmo efêmera, precisa ser um legado aos nossos descendentes e, mesmo rápida, deverá servir como instrumento de incentivo aos que dependem de nós, no presente, pois, no futuro serão eles próprios a deixarem para os seus, aquilo que precisarem ouvir ou aprender. É o ciclo da vida; enquanto uns nascem, outros morrem.
A Bíblia diz que “a nossa vida é de setenta anos, e que alguns por sua robustez chegam aos oitenta, mas o melhor deles é canseira e enfado”. Vivamos de tal maneira, para que se alcançarmos a idade de oitenta anos, não sejamos nem canseira e nem enfado para os nossos familiares, mas, sobretudo, vejam em nós um exemplo a seguir; não por nossos merecimentos, mas, pela graça de Deus.