quarta-feira, 11 de dezembro de 2019
O GRANDE AMOR DE DEUS.
O amor de Deus por nós, proporciona um grande descanso e prolonga o nosso viver. Sabemos que temos a vida eterna porque Ele nos deu a certeza absoluta através da morte de Jesus, na cruz do Calvário. Temos paz, a despeito de problemas ou aflições, porque o Senhor nos diz: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou: não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize.” (João 14.27).
Em Seu grande amor, ouve nossas orações e atende conforme a Sua soberana vontade. Porque nos ama, quer que todos nós sejamos salvos, independente de quaisquer raças ou conceitos estabelecidos pelos seres humanos. O plano de Deus para todos teria de passar pela cruz e ter derramamento de sangue, o precioso sangue de Seu Filho Unigênito. O Seu plano para todos nós é a certeza de nos conceder a esperança de uma vida cada vez mais próxima d’Ele. O profeta Jeremias, sob a orientação divina escreveu: “Porque eu bem sei os pensamentos que penso de vós,diz o SENHOR; pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que esperais” (Jeremias 29.11).
Será preciso compreender que Deus sempre fará o melhor por nós e para nós. Para gozar destas alegrias e dos benefícios oferecidos pelo Senhor, é necessário seguí-Lo e, isto só será possível pelo recebimento de Seu Filho, Jesus Cristo, no coração. Quando alguém age desta forma, a Bíblia diz que há uma festa no Céu. (“Digo-vos que haverá alegria no Céu por um pecador que se arrepende…”Lucas 15.7a). Esta é a garantia de que o Senhor estará conosco para sempre e nada poderá nos separar de Seu amor. “Eis que estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos.”(Mateus 28.20).
quinta-feira, 10 de outubro de 2019
TRIBUNAL DE CRISTO.
Muitos são os tribunais humanos, espalhados pelo mundo. Entretanto,
nenhum deles poderá ser comparado ao Tribunal de Cristo, no Dia do Juízo
Final. Os bons advogados conseguem reverter causas, tidas como
perdidas, tornando-as favoráveis aos seus clientes. Naquele Dia, o mais
hábil dos defensores não poderá fazer absolutamente nada. A Bíblia diz
em Romanos 14.12: "Cada um dará contas de si mesmo a Deus". Isto
equivale dizer: No dia do Julgamento Final ninguém terá defesa
suficientemente capaz de livrá-lo da condenação eterna, a não ser que,
em vida, tenha tomado as devidas providências na preparação para a Vida
Eterna. A Palavra de Deus aconselha: "Prepara-te para te encontrares com
o teu Deus"(Amós 4.12). Esta preparação é hoje, pois, ninguém sabe
quando morrerá. Após a morte física não haverá qualquer chance de
salvação da alma. Os que morrerem com Cristo no coração, no Dia do Juízo
Final, ouvirão "Vinde benditos de meu Pai, tomai posse do Reino que vos
está preparado desde a fundação do mundo" (Mateus 25.34). Aqueles que
não se converterem ao Senhor Jesus, em vida, receberão uma terrível
sentença: "Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado
para o diabo e seus anjos" (Mateus 25.41). O que você ouvirá Naquele
Dia? Tome providências urgentemente; convide Jesus a ser o Senhor e
Salvador de sua vida.
sábado, 5 de outubro de 2019
CONFIAR EM DEUS.
"Eis
que Deus é a minha salvação; eu confiarei e não temerei porque o Senhor
Deus é a minha força e o meu cântico e se tornou a minha
salvação"(Isaías 12.2).
Confiar em Deus é o que melhor podemos fazer. É ter a certeza de Sua Misericórdia,renovada a cada manhã, em nosso viver.
Confiar em Deus é o que melhor podemos fazer. É ter a certeza de Sua Misericórdia,renovada a cada manhã, em nosso viver.
quinta-feira, 19 de setembro de 2019
Rejeitar a Salvação.
Quem rejeita receber a Jesus no coração está morto espiritualmente,
(Efésios 2.1 "Vos vivificou, estando vós mortos em ofensas e pecados), e
a ira de Deus pesará sobre ele(a) - João 3.36b " ...aquele(a) que não
crê no Filho de Deus não verá a vida eterna, mas a ira de Deus sobre
ele(a) permanece". Pense nisso!
sábado, 14 de setembro de 2019
PERDÃO.
Na
parábola do filho pródigo (Lucas 15.11-32) é narrada a circunstância do acontecido, com suas consequências, mas, sobretudo, o grande amor do
pai pelo seu filho, perdoando-o, simplesmente pela tomada de decisão em
voltar para casa. Assim é o Senhor Deus à espera do retorno de seus
filhos, daqueles que entenderam a necessidade do conhecimento da verdade
que liberta, cura e concede a salvação eterna,
quinta-feira, 12 de setembro de 2019
Texto publicado em 2 de agosto de 2010
Dez Princípios para uma vida plena.
Todos nós queremos ter a alegria do viver
plenamente. A possibilidade de isto acontecer, para alguns,
torna-se, cada vez mais, uma grande dificuldade. É importante que
observemos alguns princípios que nos nortearão e nos farão
compreender melhor o que precisamos fazer: o primeiro princípio é
saber que a nossa alegria vem do Senhor, pois, Ele é a nossa força
(Neemias 8.10); o segundo princípio nos insta a entender, que até
aqui nos ajudou o Senhor (I Samuel 7.12). Sem a ajuda de Deus, o
nosso viver não teria sentido e nem faria sentido; o terceiro
princípio é amar ao Senhor sobre todas as coisas. O Salmo 31.23a e
24 diz: “Amai ao Senhor, vós todos os que sois seus
santos(…).Esforçai-vos, e ele fortalecerá o vosso coração, vós
todos os que esperais no Senhor; o quarto princípio é procurar
aproximar-se de Deus, cada vez mais. A Bíblia diz, no Salmo 73.28:
“…para mim, bom é aproximar-me de Deus; pus a minha confiança
no Senhor Deus, para anunciar todas as suas obras; o sexto princípio
é revestir-se da armadura de Deus (Efésios 6.11 : “Revesti-vos de
toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as
astutas ciladas do diabo); o sétimo princípio é obedecer ao Senhor
em todos os nossos procedimentos. A Bíblia diz, que Jesus foi
obediente até à morte e morte de cruz (Filipenses 2.8); o oitavo
princípio é amar a Jesus, como Salvador e Senhor, anunciar a Sua
Salvação aos que não O conhecem e viver para servi-lo com
inteireza de coração; o nono princípio é viver na dependência do
Espírito Santo de Deus. Todas as nossas ações e reações devem
ser submetidas à vontade dEle, para que saibamos estar em acordo com
a Sua Soberana vontade; o décimo princípio é amar, antes de ser
amado; é fazer aos outros aquilo que gostaríamos que nos fizessem,
enfim, é valorizar cada momento que Deus nos concede e, torná-lo
cada vez melhor, sendo úteis ao Reino dos Céus, aqui na Terra.
quarta-feira, 11 de setembro de 2019
DESÂNIMO.
Texto publicado em 10/03/2011
Muitas pessoas vivem
a enfrentar grandes dificuldades e, porque não veem alternativa,
ficam expostas às intempéries do desânimo, que é o princípio
de coisas mais sérias, como depressão e até síndrome do pânico.
Não pretendo esclarecer dúvidas sobre o assunto, pois, não tenho
formação acadêmica para isto; entretanto, dentro de uma linha de
raciocínio lógico, posso expor minhas ideias a respeito deste
problema, que afeta milhões de pessoas em todo o mundo.
A Bíblia,
em vários versículos, nos insta a que devemos viver com bom ânimo
e não com desânimo. Em todos os episódios registrados, Deus
falou, e fala, aos seus servos incentivando-os a serem firmes no
propósito a eles destinado. A Noé foi dito “Contigo
estabelecerei o meu pacto...” (Gênesis 6.18), isto equivale
dizer: “Tem bom ânimo, tu vencerás”; A Moisés, o Senhor Deus
disse: “Certamente eu serei contigo...”(Êxodo 3.12); a
Josué, o Senhor disse: “Serei contigo; não te deixarei nem te
desampararei. Esforça-te e tem bom ânimo...”(Josué 1.5b e 6a); ao Profeta Elias, que se achava oprimido e desmotivado, foi-lhe
dito: “Levanta-te e come, porque mui comprido te será o
caminho”(I Livro dos Reis 19.7); Salomão ouviu de seu pai, o Rei
Davi, a seguinte orientação, registrada no II Livro das Crônicas
28.20: “Esforça-te, e tem bom ânimo, e faze a obra, não temas,
nem te apavores, porque o SENHOR Deus, meu Deus, há de ser
contigo; não te deixará, nem te desamparará”; Neemias não
temeu as possíveis ameaças e conspirações de Sambalate,
respondeu-lhe dizendo: “Estou fazendo uma grande obra”; Jó,
apesar de todo o seu sofrimento, crises existenciais, acusações
dos amigos, desprezo da própria mulher, manteve-se firme e venceu,
ao ponto de dizer para Deus: “Eu te conhecia de ouvir falar, mas
agora os meus olhos te veem”(Jó 42.5); O Profeta Isaías recebeu
de Deus a seguinte afirmativa: “Não temas, porque eu sou
contigo. Porque eu, o SENHOR, teu Deus, te tomo pela tua mão e te
digo: não temas, que eu te ajudo”(Isaías 41.10a e 13);
Jeremias, o Profeta, quis justificar-se perante ao SENHOR; ouviu a
seguinte resposta: “Não digas: Eu sou uma criança; porque,
aonde quer que eu te enviar, irás; e tudo quanto te mandar dirás”
(Jeremias 1.7).
O nosso Senhor Jesus Cristo nos exorta, quando diz
que somos o sal da terra e a luz do mundo (Mateus 5.13-16); ao
paralítico Jesus disse:”Filho, tem bom ânimo; perdoados te são
os pecados”(Mateus 9.2); enfim, estes poucos exemplos devem
servir para o nosso incentivo diário, contra as astutas ciladas do
maligno que procura desestimular os filhos de Deus, daquilo que
precisam realizar. Sejamos pessoas de bom ânimo e o SENHOR nos
ajudará a vencer todo e qualquer problema, que venha a nos
afligir. A Palavra de Deus nos assegura que, somos mais que
vencedores, por aquele que nos amou”(Jesus Cristo) (Carta aos
Romanos 8.37).
sábado, 7 de setembro de 2019
- "Feliz a nação cujo Deus é o Senhor..."(Salmo 33.12a).
- A
maior liberdade que um povo pode ter é a sua chance de escolha a
quem servir. O nosso País possui todas as condições de um dia
poder dizer as mesmas palavras do salmista.Quando servimos ao Deus verdadeiro somos independentes do pecado, que
causa a destruição de nossa alegria; faz-nos sentir falta de paz e sem
dúvida nos afasta de nosso Pai celestial. Os “escravizados” pelo pecado
sentem em si mesmo um grande complexo de culpa e, isto, paralisa os seus
sonhos, projetos, anseios, tornando-os em devaneios, causando-lhes
enfermidades e até a morte.
segunda-feira, 2 de setembro de 2019
"Se eu atender à iniquidade no meu coração, o Senhor não me ouvirá; mas, na verdade, Deus me ouviu; atendeu à voz da minha oração. Bendito seja Deus, que não rejeitou a minha oração, nem desviou de mim a sua misericórdia".(Sl.66.18-20).
A Misericórdia de Deus prevalecerá sobre a nossa vida, quaisquer que sejam as circunstâncias, porque Ele é bom, e, em sua bondade, cuida de nós.
A Misericórdia de Deus prevalecerá sobre a nossa vida, quaisquer que sejam as circunstâncias, porque Ele é bom, e, em sua bondade, cuida de nós.
sábado, 9 de dezembro de 2017
A igreja do pastor Roboão
Artigo
que recebi via e-mail
Roboão
herdou um grande reino, ainda cheio do esplendor conquistado por seu
pai, Salomão, e seu avô, Davi. Era dele o trono sobre todo o
Israel. O 12º capítulo do 1º livro dos Reis conta a sua coroação,
e como o povo, liderado por Jeroboão, queria que o novo rei
aliviasse a pesada carga de tributos e trabalhos forçados que seu
pai lhes havia imposto. Roboão lhes pediu que voltassem em 3 dias
para ouvir a sua resposta. Buscou conselho, inicialmente, com os
anciãos que haviam servido a seu pai, e esses lhes disseram que
deveria se tornar “servo do seu povo” e falar-lhes “boas
palavras” (v. 7), o que não satisfez Roboão. Procurou, então, os
jovens que haviam sido criados com ele, e esses lhe aconselharam a
ser ainda muito mais duro do que fora seu pai com o povo (vv. 11-12),
o que terminou sendo feito “asperamente” pelo novo rei (v. 13),
resultando na divisão do reino em dois, Israel ao norte (sob o
comando de Jeroboão) e Judá ao sul (o que restou a Roboão).
Ainda que a Bíblia relate que todas essas coisas aconteceram segundo o propósito de Deus (v. 15), é possível daí extrair lições para a igreja evangélica atual, que despreza tanto os conselhos dos antigos e vive à caça de inovações. É verdade que muitas dessas novidades nada têm de “jovens” e são heresias seculares, mas elas rotineiramente reaparecem com a roupagem e o frescor de coisa nova, como se todo o caminho trilhado pela Igreja cristã ao longo de dois milênios não mais tivesse qualquer valor. Nada mais satisfaz os novos líderes evangélicos. Mesmo aquilo que foi uma aparente novidade dez anos atrás não tem mais qualquer serventia nesta ânsia desenfreada de parecer jovem e antenado, talvez "diferente", como se o cristianismo tivesse começado no dia em que o profeta de ocasião “sentiu o desejo no coração” de fundar uma nova denominação. Os templos enchem e as mentes se esvaziam, numa rotatividade mórbida de membros que entram e que saem, sem que ninguém realmente consiga identificar o que foi que eles aprenderam (e principalmente creram – ou não) sobre Jesus. Isso, entretanto, não importa aos líderes, já que seu único compromisso é com sua vaidade e o culto ao seu próprio ego, imune a conselhos de qualquer época e espécie.
É neste aspecto que o conselho dos anciãos - que Roboão rejeitou – continua válido para os dias atuais. Precisamos de pastores que sejam, também, “servos do seu povo” e não que dele se sirvam. Quando os anciãos aconselharam Roboão a dizer “boas palavras” aos seus súditos, não estavam lhe pedindo que fosse demagogo ou hipócrita, mas que seguisse a gentileza, retidão, justiça e humildade, e que o rei não se esquecesse que a boa liderança inclui necessariamente o bom serviço, como o próprio Jesus se dispôs a fazer (Marcos 10:45). A autoridade do rei (e do líder cristão) não deriva, portanto, dos decretos egocêntricos ou do estilo áspero e inatingível de se impor, mas do respeito que ele tem por seu povo e pelo serviço que lhe devota. Infelizmente, hoje há muitos pastores que se preocupam mais com suas “determinações” e seus comandos imperativos do que simplesmente servir ao seu rebanho, com temor e tremor, o puro e imaculado evangelho da cruz de Cristo.
Ainda que a Bíblia relate que todas essas coisas aconteceram segundo o propósito de Deus (v. 15), é possível daí extrair lições para a igreja evangélica atual, que despreza tanto os conselhos dos antigos e vive à caça de inovações. É verdade que muitas dessas novidades nada têm de “jovens” e são heresias seculares, mas elas rotineiramente reaparecem com a roupagem e o frescor de coisa nova, como se todo o caminho trilhado pela Igreja cristã ao longo de dois milênios não mais tivesse qualquer valor. Nada mais satisfaz os novos líderes evangélicos. Mesmo aquilo que foi uma aparente novidade dez anos atrás não tem mais qualquer serventia nesta ânsia desenfreada de parecer jovem e antenado, talvez "diferente", como se o cristianismo tivesse começado no dia em que o profeta de ocasião “sentiu o desejo no coração” de fundar uma nova denominação. Os templos enchem e as mentes se esvaziam, numa rotatividade mórbida de membros que entram e que saem, sem que ninguém realmente consiga identificar o que foi que eles aprenderam (e principalmente creram – ou não) sobre Jesus. Isso, entretanto, não importa aos líderes, já que seu único compromisso é com sua vaidade e o culto ao seu próprio ego, imune a conselhos de qualquer época e espécie.
É neste aspecto que o conselho dos anciãos - que Roboão rejeitou – continua válido para os dias atuais. Precisamos de pastores que sejam, também, “servos do seu povo” e não que dele se sirvam. Quando os anciãos aconselharam Roboão a dizer “boas palavras” aos seus súditos, não estavam lhe pedindo que fosse demagogo ou hipócrita, mas que seguisse a gentileza, retidão, justiça e humildade, e que o rei não se esquecesse que a boa liderança inclui necessariamente o bom serviço, como o próprio Jesus se dispôs a fazer (Marcos 10:45). A autoridade do rei (e do líder cristão) não deriva, portanto, dos decretos egocêntricos ou do estilo áspero e inatingível de se impor, mas do respeito que ele tem por seu povo e pelo serviço que lhe devota. Infelizmente, hoje há muitos pastores que se preocupam mais com suas “determinações” e seus comandos imperativos do que simplesmente servir ao seu rebanho, com temor e tremor, o puro e imaculado evangelho da cruz de Cristo.
quinta-feira, 2 de novembro de 2017
QUANDO A MORTE CHEGA - PERDA NA FAMÍLIA.
O que fazer quando a
perda de um ente querido nos assola? Palavras humanas não
conseguirão suprir a necessidade e a carência por causa de tal
perda. Somente quem sofre tem a dimensão desta dor. O apóstolo
Paulo na II carta aos coríntios 1.3 e 4 diz: “Deus é o Pai das
misericórdias e de toda consolação que nos consola em toda a nossa
tribulação.”
Também nos mostra que
um dia Jesus virá buscar a Sua Igreja. “O Senhor descerá do céu
com alarido, e com voz de arcanjo, e com trombeta de Deus, e os que
morreram em Cristo ressuscitarão primeiro...Portanto, consolai-vos
uns aos outros com estas palavras”(I Ts.4.16,18). Busque, no
Senhor, o conforto para o seu coração e, Ele dará paz a você.
Creia, Jesus o (a) ama como se fosse único (a) e, por isso, o (a)
ajudará a superar a intensa dor que está sentido neste momento.
No evangelho de João
11.25 o próprio Jesus diz: “Quem crê em mim, ainda que esteja
morto, viverá”, isto significa dizer: Todos os que morrerem,
crendo em Jesus Cristo como o seu Salvador, terão vida eterna. Para
que isto aconteça é preciso que haja preparação em vida. A Bíblia
diz em Amós 4.12: “Prepara-te para te encontrares com o teu Deus”.
Entendemos então, que sem preparação espiritual, ninguém
alcançará a eternidade com Deus. Apesar dessa dor que está
sentindo, a vida continua e, você precisa ter a certeza de sua
salvação eterna. Saiba que um dia todos comparecerão diante do
Tribunal de Deus e, o Justo Juiz dirá aos salvos: “Vinde benditos
de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado
desde a fundação do mundo” (Mt.25.34).Mas, dirá também aos que
em vida não aceitaram a salvação: “Apartai-vos de mim, malditos,
para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos”
(Mt.25.41).
Não há outra
opção; ou você decide seguir a Jesus nesta vida para ouvir o
“Vinde bendito(a) de meu Pai”, ou o seu futuro eterno será
tenebroso. Decida-se: Busque no Senhor não somente o conforto para o
seu sofrimento, mas, principalmente acertar as contas com Deus e Ele
o (a) abençoará e, na eternidade o (a) acolherá em Seus braços
para sempre.
sábado, 14 de outubro de 2017
O CARÁTER DE UM SERVO DE DEUS.
Escrevi este texto em 2010 - republico.
O caráter não vem através da beleza
física ou poder sócioeconômico. Os servos de Deus têm em si mesmos, a
marca de Cristo, e, esta marca os caracteriza como pessoas de caráter,
isto é, cumpridores de suas obrigações e que verdadeiramente amam a Deus
e ao próximo.
No Segundo Livro de Samuel, nos capítulos 13 a 18, vemos
a história de um homem sem caráter (Absalão), inflamado e que
extrapolou todas as expectativas da época. Demonstrou ostentação e
poder; fugiu dos preceitos básicos da decência e da humildade. Por ser
um grande comunicador, foi fácil arregimentar um grande número de
seguidores. Usou da mentira e engano para tentar assenhorar-se do trono
de seu próprio pai. A seguir, o que aconteceu à sua vida, foi um
verdadeiro desastre, principalmente para o Rei Davi, seu pai, que muito
sofreu, pois o amava profundamente.
Em nosso tempo presente devemos ter
cuidado, para não cairmos na mesma armadilha em que Absalão caiu ao
pensar estar fazendo a coisa certa, quando na verdade queria apenas
tomar o poder pela força, esquecendo-se da bondade, da misericórdia e do
amor de Deus, que a tudo contempla e a Seu tempo, concede a cada um
conforme a Sua soberana vontade, que é boa, agradável e perfeita.
quinta-feira, 7 de setembro de 2017
INDEPENDÊNCIA.
Texto publicado originalmente dia 7 de setembro de 2011
A nossa independência política diante de Portugal aconteceu dia 7 de setembro de 1822. É claro que muitas coisas ainda não foram totalmente explicadas, mas, isso não importa; o que realmente importa é que somos independentes e ao mesmo tempo escravizados. Não se pode dizer que um país é independente se os seus habitantes sofrem com tanta violência, falta de respeito, falta de educação, falta de saúde pública, falta de saneamento básico, enfim, de muitas outras coisas.
A maior falta de independência está na área espiritual. A Bíblia diz: “Feliz a nação cujo Deus é o SENHOR, e o povo que ele escolheu para a sua herança” (Salmo 33.12). Como o nosso país pode ser independente se a grande maioria de seu povo vive “presa” a superstições e aos mais variados credos? Entendo que as pessoas são livres para escolher a quem servir como o seu deus. Entretanto, a Palavra de Deus indica a quem devemos servir, e, somente a Ele.
Quando servimos ao Deus verdadeiro somos independentes do pecado, que causa a destruição de nossa alegria; faz-nos sentir falta de paz e sem dúvida nos afasta de nosso Pai celestial. Os “escravizados” pelo pecado sentem em si mesmo um grande complexo de culpa e, isto, paralisa os seus sonhos, projetos, anseios, tornando-os em devaneios, causando-lhes enfermidades e até a morte.
A independência de nosso País somente se dará por completo, quando o pecado for vencido e o nosso povo tiver a plena consciência de não mais ser subjugado. O apóstolo Paulo escreveu em Romanos 6.14: “O pecado não terá domínio sobre vós”. A condição para a verdadeira independência é o arrependimento sincero e consequente pedido de perdão ao Senhor da vida, assim como fez o Rei Davi: “Lava-me completamente da minha iniquidade e purifica-me do meu pecado. Porque eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está diante de mim. Contra ti, contra ti somente pequei, e fiz o que a teus olhos é mal, para que sejas justificado quando falares e puro quando julgares” (Salmo 51.2-4).
Ao confessar pecados toda pessoa tem um desejo constante de viver em pureza de coração, de não mais praticar coisas erradas; começa então a crer verdadeiramente em Jesus Cristo e sua independência acontecerá para todas as práticas nocivas, que existiam em seu cotidiano. Jesus mesmo diz: “Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. Se, pois o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres”(João 8.32,36).
O nosso amado País precisa libertar-se das cadeias espirituais para que o seu desenvolvimento seja completo. A minha oração é que Deus abençoe nossas autoridades, e os líderes espirituais consigam fazer o povo entender a maior independência que existe: a certeza da salvação eterna.
A nossa independência política diante de Portugal aconteceu dia 7 de setembro de 1822. É claro que muitas coisas ainda não foram totalmente explicadas, mas, isso não importa; o que realmente importa é que somos independentes e ao mesmo tempo escravizados. Não se pode dizer que um país é independente se os seus habitantes sofrem com tanta violência, falta de respeito, falta de educação, falta de saúde pública, falta de saneamento básico, enfim, de muitas outras coisas.
A maior falta de independência está na área espiritual. A Bíblia diz: “Feliz a nação cujo Deus é o SENHOR, e o povo que ele escolheu para a sua herança” (Salmo 33.12). Como o nosso país pode ser independente se a grande maioria de seu povo vive “presa” a superstições e aos mais variados credos? Entendo que as pessoas são livres para escolher a quem servir como o seu deus. Entretanto, a Palavra de Deus indica a quem devemos servir, e, somente a Ele.
Quando servimos ao Deus verdadeiro somos independentes do pecado, que causa a destruição de nossa alegria; faz-nos sentir falta de paz e sem dúvida nos afasta de nosso Pai celestial. Os “escravizados” pelo pecado sentem em si mesmo um grande complexo de culpa e, isto, paralisa os seus sonhos, projetos, anseios, tornando-os em devaneios, causando-lhes enfermidades e até a morte.
A independência de nosso País somente se dará por completo, quando o pecado for vencido e o nosso povo tiver a plena consciência de não mais ser subjugado. O apóstolo Paulo escreveu em Romanos 6.14: “O pecado não terá domínio sobre vós”. A condição para a verdadeira independência é o arrependimento sincero e consequente pedido de perdão ao Senhor da vida, assim como fez o Rei Davi: “Lava-me completamente da minha iniquidade e purifica-me do meu pecado. Porque eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está diante de mim. Contra ti, contra ti somente pequei, e fiz o que a teus olhos é mal, para que sejas justificado quando falares e puro quando julgares” (Salmo 51.2-4).
Ao confessar pecados toda pessoa tem um desejo constante de viver em pureza de coração, de não mais praticar coisas erradas; começa então a crer verdadeiramente em Jesus Cristo e sua independência acontecerá para todas as práticas nocivas, que existiam em seu cotidiano. Jesus mesmo diz: “Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. Se, pois o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres”(João 8.32,36).
O nosso amado País precisa libertar-se das cadeias espirituais para que o seu desenvolvimento seja completo. A minha oração é que Deus abençoe nossas autoridades, e os líderes espirituais consigam fazer o povo entender a maior independência que existe: a certeza da salvação eterna.
sexta-feira, 19 de maio de 2017
DEUS E A FAMÍLIA.
Texto publicado originalmente em 21 de novembro de 2010
A família foi criada por Deus. Logo após a
criação do homem (Adão), Deus viu que não era bom que ele
(homem) estivesse só. Providenciou, então, uma companheira
(ajudadora) para que houvesse satisfação pessoal e mútua. Foi
estabelecido o primeiro lar, a primeira família. Deus os fez macho
e fêmea, isto é, um homem, chamado Adão, e, uma mulher, chamada
Eva. Fica muito claro que o casamento deve ser entre um homem e uma
mulher, e portanto, monogâmico e somente poderá ser desfeito pela
morte, ou, em caso muito especial, se acontecer traição de um dos
cônjuges. A família é, pois, a primeira instituição social. O
seu propósito deve ser a glorificação do nome do SENHOR. A
provisão necessária aos seus membros dar-se-á através da
educação, do aconchego, da segurança, do trabalho honesto e do
companheirismo entre todos que fazem parte dela. Dentro da família
há possibilidades para que tudo seja contemplado de forma
harmoniosa, embora muitas atrocidades estejam acontecendo no seio de
alguns lares. Há muitos que estão tentando desmoralizar a
instituição família. Apregoam que ela está falida; outros fazem
questão de mostrar, principalmente a televisão, apenas questões
que destroem aquilo que Deus criou. Apresentam soluções para os
casamentos que estão em crise, através do adultério. Os filhos
desrespeitam aos pais e estes aos filhos. Os jovens levam suas
namoradas ou namorados para casa e dormem juntos como se nada de
anormal estivesse acontecendo. Enfim, a televisão dá uma grande
contribuição maléfica às famílias, especialmente através de
suas novelas que são inadequadas para qualquer faixa etária. É
preciso reagir. É tempo de purificação. Não podemos permitir que
nossas famílias sejam objetos nas mãos manipuladoras que enganam a
pretexto de entretenimento. Nunca em toda a história da humanidade,
tantas coisas que a Bíblia apresenta como precedentes do final dos
tempos, aconteceram conjuntamente. Em Mateus 24.7 há o anúncio de
todas elas. Muitos poderão argumentar que estas coisas sempre
aconteceram. É bom lembrar que aconteceram esporadicamente. Agora,
acontecem quase que sincronizadas. Isto é, muito próximas uma das
outras. A exortação de Jesus é: “Vigiai; pois, porque não
sabeis a que hora há de vir o vosso Senhor”(Mt.24.42). Quando Deus
destruiu a terra com o dilúvio, a sua Palavra nos afirma que todos
haviam-se corrompido. As imoralidades grassavam. O castigo veio e
apenas Noé, sua mulher, seus três filhos e suas três noras
escaparam. Deram início a uma nova fase da humanidade. O que
acontece em nossos dias assemelha-se ao que antecedeu à destruição
através da água. Você que leu até aqui, saiba que o final
virá; não mais pela água, mas pelo fogo e tudo será destruído.
É preciso ter discernimento espiritual para entender estas coisas.
A nossa família deve ser o nosso foco principal aqui neste mundo.
Necessitamos falar da salvação em Jesus Cristo; da pureza de
alma; dos bons costumes; do respeito às Leis e principalmente do
temor a Deus. Há esperança para aqueles que assim agirem e o
Senhor mesmo os recompensará. Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a
coroa da vida (Apocalipse 2.10). Preserve a santificação da
sua família. Abra mão dos deleites deste mundo e viva em
conformidade com a Palavra de Deus.
terça-feira, 28 de março de 2017
O QUE FAZER PARA TER PAZ?
Texto escrito dia 24 de novembro de 2010
Ter paz independente de circunstâncias, entretanto,
nem todos conseguem tê-la, pois, vivem preocupados com tantas coisas,
que esquecem o principal, a verdadeira paz que está somente em Jesus.
Ele mesmo nos deixou esta grandiosa mensagem: “Deixo-vos a paz, a minha
paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso
coração, nem se atemorize” (João 14.27), e, no capítulo 16, versículo 33
diz “Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis
aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo”.
Entendemos que seguir a
Jesus é ter paz completa, independente de quaisquer fatores a favor,
ou, contrários à nossa vontade. Ter paz é saber que, mesmo sob pressão
psicológica, financeira, social, relacional ou outras quaisquer, Jesus
está em nós e conosco; nos ajuda a suportar todos os tipos de provações,
aflições ou, ainda, perdas materiais, sentimentais, familiares, assim
como nos momentos de alegria, não nos deixa perder ou abandonar a nossa
fé; porque o nosso espírito está ligado ao Seu Espírito e, assim,
vivemos confiantes na providência Divina em nós. Enfrentar aflições é
algo inerente ao ser humano, não uma maldição, como muitos acreditam.
O
próprio Senhor Jesus Cristo nos afirma em Sua Palavra, como acima
exposto; mas, isto não equivale dizer que devemos nos conformar com
algum tipo de sofrimento, pelo contrário, o conselho é: “Ter bom ânimo”.
O nosso modo de agir determinará aonde queremos chegar; Deus não fará
por nós o que podemos realizar. Apesar de nossa paz não depender de
circunstâncias, precisamos trabalhar com todos os nossos esforços para
que a consigamos, através de uma busca incessante de comunhão com Deus.
quarta-feira, 22 de março de 2017
A IGREJA E SUAS MUDANÇAS.
Texto publicado dia 8 de dezembro de 2010
Devemos primar pela glória de Deus em
nós; pelo nosso aperfeiçoamento, enquanto discípulos de Jesus,
edificando-nos e aos outros, para que o Reino de Deus seja expandido de
forma equilibrada. Infelizmente alguns, que se acham mais santos que os
outros, criam fórmulas diferentes do contexto bíblico, para agradarem
"gregos" e "troianos", e, com isto trazem para o seio da igreja coisas
que o mundo oferece (discoteca gospel, danças, trenzinhos, pula-pula,
enfim, várias coisas contrárias à Palavra de Deus). A Igreja Apostólica
estaria fora da "contextualização" destas atuais, pois, não se
coadunaria com tais práticas. O que hoje fazem acabará, em um futuro
próximo, por dividir o que era uno.
A Palavra de Deus não erra: Quando
Jesus perguntou, a respeito de sua volta, se acharia fé na Terra, um dos
motivos é este em achar que movimentar o corpo traduz-se em
espiritualidade; quando na verdade leva apenas para o lado sensual
destes movimentos. As verdadeiras igrejas proclamadoras da genuína fé
deverão estar preparadas para receber de volta aqueles que as deixaram,
ou, que ainda as deixarão.
terça-feira, 21 de março de 2017
Texto publicado em 25 de março de 2011
SANTIFICAÇÃO VERDADEIRA.
Quando o Salmista
escreveu: “Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos
impios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda
dos escarnecedores” (Salmo 1.1), isso não implica dizer que devemos
manter distância de todos eles, mas, devemos sim, nos sobrepor às
atitudes, porventura, tomadas por cada um de nossos amigos, sem contudo,
aceitá-las, como certas.
O nosso afastamento daqueles que precisam
ouvir do evangelho da salvação, não nos trará benefícios, mas, sem
duvidas, produzirá prejuízos para eles, porque permanecerão nas trevas
do desconhecimento e deixarão de gozar da certeza da vida eterna.
O que
devemos fazer, sem envolvimento em situações contrárias à nossa índole,
é alertá-los para o perigo iminente que correm, se não houver mudança
de atitudes; quebrantamento; arrependimento; fé; esperança, e, o
consequente recebimento do Senhor Jesus, no coração.
A nossa
santificação passa, obrigatoriamente, pela compaixão pelas almas
perdidas. O que vai contar não é que queiramos viver distante do
“mundo”, mas, que ao viver no “mundo” não nos submetamos às suas
perdições, ao contrario, sejamos sóbrios para influenciar de forma real a
vida de outras pessoas, a fim de que sejam alcançadas pela Graça
Salvadora de Jesus Cristo.
terça-feira, 14 de março de 2017
O PROPÓSITO DE DEUS PARA CADA UM DE NÓS.
Texto publicado em 20 de abril de 2011
“Oswald Smith, em seu livro “Paixão pelas almas”,
conta que quando assumiu, no Canadá, a Igreja do povo, passou a pregar
todos os dias sobre missões. Em pouco tempo a Igreja resgatou todas as
suas dívidas e destinou para missões 225 mil dólares. Passou a gastar
somente 43 mil dólares com as suas despesas normais”. A nossa maior
missão, depois de glorificar a Deus, é fazer missões, e, isto podemos
fazer em qualquer parte, a começar em nossa própria família, uma vez que
todos os crentes em Jesus Cristo têm familiares que ainda não
entenderam o que é ser uma nova criatura, não compreenderam o que é ter
vida transformada pelo poder do arrependimento e da fé, através da graça
de Deus. Por outro lado, podemos ir aos campos missionários, se assim
Deus nos convocar, pois Ele chamou no passado e continua a chamar e a
capacitar os seus escolhidos, a fim de que anunciem a salvação a todos
os povos. Você tem o chamado, não resista, simplesmente obedeça; não
olhe para os problemas ou circunstâncias, apenas cumpra a soberana
vontade do Deus Todo-Poderoso pois, Ele concederá vitórias aos seus
amados. Não foi tocado pelo Espírito Santo para ir aos campos, ore e
contribua para que os convocados tenham condições espirituais e
financeiras e, assim, desenvolvam o seu ministério com alegria no
coração. Quando agimos desta forma, o nosso olhar para as pessoas sem
salvação torna-se semelhante ao olhar de Deus para nós, quando se
compadeceu de nós e nos concedeu que Jesus viesse a este mundo, em forma
de homem, sofresse e levasse sobre si os nossos pecados, sendo Ele sem
pecados. Por isto, se Deus deseja que você seja um missionário, não
rejeite; os seus bens ou suas orações não substituirão adequadamente
aquilo que precisará ser feito.”Quem é de Deus escuta as palavras de
Deus” (João 8.47). Saibamos de uma verdade inquestionável: Deus não
permitirá que a sua obra missionária deixe de ser realizada; se não nos
dispusermos a fazê-la, Ele chamará outros em nosso lugar.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017
DEUS FARÁ O BEM VENCER.
Em todas as tentativas erradas, de pessoas que
praticam o mal, haverá, sem dúvidas, a providência de Deus para que o
bem prevaleça. Como seria bom se todas as pessoas entendessem a
necessidade de viver em paz; de praticar coisas certas; de evitar o
vício das drogas e das bebidas alcoólicas; de cumprir com suas
obrigações, enfim, de fazer o que é preciso fazer para crescer em todas
as áreas da vida, principalmente na espiritual.
A bondade de Deus se
estende a todos os que a Ele se achegarem. Em Sua Palavra, Deus diz:
"Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso
coração. E serei achado de vós..."(Jeremias 29.13 e 14a). Busquemos ao
Senhor e, Ele nos acolherá.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2017
CREDIBILIDADE.
Texto escrito em 07/12/2012 - aqui reproduzido.
Credibilidade
é a qualidade do que é crível. O grande problema é
mantê-la. Tudo, nestes últimos tempos tem contribuído para que as
pessoas esqueçam deste grande dilema da vida: “ser ou não ser”,
conforme afirmação filosófica.
As
questões humanitárias mexem com o nosso viver e nos fazem pensar
em desistir delas, uma vez que nada é feito no sentido de
preservá-las por quem de direito.
Ter
credibilidade não é apenas não estar com o nome “sujo” na
praça; envolve muito mais além daquilo que pensamos ou achamos. É
preciso ser responsável através de atitudes grandiosas, mas também
nos pequenos gestos.
Muitas
pessoas prometem fazer muitas coisas, entretanto, o tempo passa e
nada realizam, deixam cair no esquecimento e quando todos não mais
pensam sobre o assunto, ganham notoriedade, mesmo sem nada terem
feito que merecesse qualquer elogio.
Ter
credibilidade custa muito “caro”; é preciso buscar o
aperfeiçoamento e não negligenciar em quaisquer áreas da vida,
mesmo em prejuízo próprio. É respeitar o direito alheio; é uma
busca constante em servir ao próximo; é não buscar a primazia nos
locais onde esteja; é, sobretudo, ter plena consciência de fazer o
melhor para o Reino de Deus e para a humanidade.
As
maiores riquezas não podem subjugar debaixo de seus interesses
aqueles que buscam fazer valer as suas ideias em benefício do seu
próximo.
Quando
todos nós agirmos dentro dos padrões de Deus, baseados na Palavra
que diz: “Somente deveis portar-vos dignamente conforme o
evangelho de Cristo (...) pela fé com o mesmo ânimo”
(Filipenses 1.27), seremos pessoas com credibilidade diante de
nossos parentes, amigos, irmãos na fé e vizinhos.
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