sexta-feira, 22 de outubro de 2010

DEUS QUER QUE TODOS SEJAM SALVOS.

A sociedade já passou por diversas fases; a nossa geração vive grandes expectativas, tanto na área de desenvolvimento tecnológico,( o que era novo, hoje, amanhã pode não ser mais), quanto em quaisquer outras áreas. No que diz respeito ao espiritual, também, enfrenta muita incerteza. A grande verdade é que o Senhor Deus quer a todos salvar; entretanto, Ele não obriga ninguém a fazer o que não queira fazer; isto é, concede ao ser humano a livre escolha, em aceitar ou rejeitar a salvação eterna. Jesus Cristo fez-se homem; veio a este mundo para buscar e salvar o que se havia perdido (conforme Lucas 19.10), no entanto, poucos são os que realmente levam a sério e dignificam o sacrifício dEle em nosso favor. Outra grande verdade é que todos pecaram e estão separados de Deus (Romanos 3.23), mas, isto não quer dizer condenação para sempre, desde que entendam ser o dom gratuito de Deus a vida eterna (Romanos 6.23). Há necessidade de saber que existe esperança para todos, sem exceção, pois, o Senhor é bom e a sua bondade de eternidade a eternidade. Porém, isto não basta, faz-se mister o entendimento para buscar o arrependimento e a consequente fé em Jesus, para receber o maior milagre existente: O novo nascimento; a transformação de criaturas, para filhos de Deus. Ele, o Senhor Jesus Cristo, quer ser o dirigente da vida de todos. O apóstolo Paulo chegou a dizer: “Vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim”(Gálatas 2.20b). Seria plenamente possível a evangelização do mundo, se alguns cristãos deixassem de se omitir e procurassem colocar em prática a ordem da Grande Comissão, deixada por Jesus, para todos os seu seguidores: Pregar o evangelho da Salvação, a todos quantos precisarem ouvir, porque ainda não conhecem o verdadeiro caminho para a eternidade. Muitos creem em tantas coisas, mas, desconhecem a fonte da água viva; o único que pode realmente dar a certeza de uma vida plena, já no presente, e no porvir, a eternidade com Deus. Pensem nisto, e busquem, através de uma oração, o esclarecimento necessário e sejam abençoados.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

TUDO PERTENCE A DEUS.

A Palavra de Deus diz no primeiro Livro das Crônicas 29.11 e 12: "Tua é, SENHOR, a magnificência, e o poder, e a honra, e a vitória, e a majestade; porque teu é tudo quanto há nos céus e na terra; teu é, SENHOR, o reino, e tu te exaltaste sobre todos como chefe. E riquezas e glória vêm de diante de ti, e tu dominas sobre tudo, e na tua mão há força e poder; e na tua mão está o engrandecer e dar força a tudo". Deus criou todas as coisas; nada do que existe neste universo apareceu sem a providência do Senhor. Muitos querem transferir para cientistas e pesquisadores a totalidade da produção de grandes benefícios para a humanidade; é claro que os avanços científicos alcançados até o presente século muito beneficiaram àqueles que deles podem desfrutar. Sabemos, no entanto, que ninguém inventou absolutamente nada, apenas o que foi criado por Deus, é descoberto pelos que se aprofundam em suas pesquisas. Qual cientista teria condição de fazer uma semente, qualquer que seja a sua espécie, com a finalidade de reprodução?(sem usar o que já existe). Precisamos ter a plena consciência que Deus criou todas as coisas, e as sustenta para que tenhamos a nossa subsistência. Não importa quão importante seja alguém; um dia morrerá e, com o passar do tempo será esquecido; as suas obras não mais terão valor, uma vez que a ciência evolui a cada dia. O que é novo, hoje, dentro de pouco tempo não mais o será. A Bíblia afirma que a ciência se multiplicaria e, entendemos que por causa disto, a fé de muitos esfriará. A nossa esperança está firmada no Senhor e nada poderá nos separar de seu tão grande Amor.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

DEUS OPERA EM NÓS E ATRAVÉS DE NÓS.

Esta é uma grande verdade, o Senhor opera em nós, mas, também, através de nós, para concluir o Seu Santo propósito. Para que isto aconteça, algumas coisas são imprescindíveis. Primeiro precisamos reconhecer a soberania de Deus em nós. Um dos grandes problemas é que às vezes queremos fazer o que não nos compete, pois, pertence a Ele. Outra coisa a levarmos em consideração é a bondade de Deus. O Salmo 34.8 diz: “Provai e vede que o Senhor é bom”. A vaidade da vida nos impede de sermos cooperadores do Reino e, nos afasta da comunhão, pois, destroi a influência da verdade em nós. Precisamos ser capazes de reconhecer que vivemos em um mundo de muitas atrações, prejudiciais à vida de cada um que se deixar levar por  coisas perniciosas. Quando assim entendemos, com certeza nos colocamos nas mãos do Senhor e somos guardados do mal. Devemos orar e aguardar o cumprimento do tempo soberano de Deus, e reconhecer que a fuga da vaidade será benéfica e nos trará o perfeito conhecimento da vontade do nosso Criador; faz-nos reconhecer e repudiar o pecado; mantém-nos atentos contra as tentativas do inimigo de nossa alma; desperta-nos para a nossa verdadeira missão, enquanto cristãos e servos do Deus Altíssimo; abre-nos a consciência da constante presença do Espírito Santo em nós. Depois de tudo, há a necessidade de um viver puro, santo, dedicado, e decidido a fazer sempre o melhor para Deus, para o próximo, para a Igreja de Cristo e, também,  para a sociedade em geral. Muitas são as bênçãos escolhidas para todos nós, no entanto, deixaremos de recebê-las se o nosso agir contrariar o que o nosso Redentor quer que façamos. Sejamos inteligentes e vivamos de tal maneira, que resplandeçamos a glória de Deus a todos quantos nos virem. O nosso testemunho falará mais alto que a nossa voz.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

FALSIDADE.

O dicionário classifica a falsidade como: Qualidade ou caráter do que é falso; mentira; calúnia; hipocrisia; engano; fraude; deslealdade. Entendemos que são muitas as características de quem usa de falsidade. Pelo lado espiritual vemos que o diabo é o pai da mentira, conforme registrado no evangelho de João 8.44, e se mentira é sinônimo de falsidade, ela gera cristãos falsos, que são aqueles frequentadores de cultos, mas que nada fazem pelos perdidos, ao contrário, permanecem no seio da Igreja de Cristo a espalhar discórdias, e não satisfeitos, promovem insatisfação entre o povo de Deus. A falsidade gera também um evangelho falso. Em nossos dias, a pregação genuína, aquela que confronta o pecador com o seu pecado, é cada vez menos praticada. Os pregadores, na ânsia de grandes plateias, não fazem outra coisa senão divulgar o que Jesus Cristo não mandou. A consequência deste evangelho falso é, sem dúvidas, a propagação de doutrinas falsas. Na I Carta de Paulo a Timóteo, lemos: “O Espírito expressamente diz que, nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios”. Outra consequência é a formação de Ministros falsos, sem a devida preparação, bem como, sem preocupação para com a verdade bíblica. “Amados, não creiais em todo espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo” (I João 4.1). Por último, gera Igreja falsa, desvinculada da vontade de Deus; preocupada apenas em fazer a própria vontade, pois negligencia no agradar àquele que a Igreja criou. É nosso dever, enquanto discípulos de Jesus Cristo, combater a falsidade, em todos os níveis. Para que isto aconteça, o nosso viver deve ser pautado na fidelidade, pois haverá recompensas eternas para os que se mantiverem fieis. Bom seria se todos entendenssem a necessidade de viver segundo a vontade de Deus. A falsidade leva ao inferno; a fidelidade conduz cada vez mais à presença do Senhor. Sejamos todos fieis, e viveremos muito mais felizes!

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

O MAL CAUSADO PELA MALEDICÊNCIA.

Este é um problema inerente ao ser humano, a maledicência; talvez por isso Jesus disse, que ninguém entrará no Reino dos céus, a não ser que se torne como uma criança, pois, ela é pura, não fala mal de ninguém; conta a verdade e vive com alegria no coração, a não ser, que veja mau exemplo em sua própria casa. Quando Deus estabeleceu  a Sua Lei, registrou em Levítico 19.16 o seguinte: “Não andarás como mexeriqueiro entre o teu povo; não te porás contra o sangue do teu próximo”. Quem age ao contrário, isto é, fala mal do seu próximo não pode ser considerado como sábio, e muito menos filho de Deus. No Livro de Provérbios, capítulo 12, versículo 22, diz: “Os lábios mentirosos são abomináveis ao Senhor”. Diz ainda que “o tolo encoleriza-se e dá-se por seguro” (provérbios 14.16b). Seria muito bom que isto não acontecesse dentro das Igrejas de Jesus. Infelizmente, não podemos  afirmar: Há verdadeira paz entre os discípulos de Jesus! O que se presencia é uma constante falta de controle emocional e, principalmente, falta de  controle da língua. Pelo visto, muitos não levam em consideração as admoestações da Palavra de Deus, que diz em Provérbios 16.28 “O homem perverso levanta a contenda, e o difamador separa os maiores amigos”, e ainda: “Melhor é o longânimo do que o valente, e o que governa o seu espírito do que o que toma uma cidade” (Provérbios 16.32). Parece que as pessoas  não se importam em falar mal dos outros; não entendem que os olhos do Senhor estão sobre todos e os seus ouvidos atentos às palavras que são proferidas, pois, delas darão contas no Dia do Juízo. É preciso observar, com sabedoria dos altos céus, o seguinte texto de Provérbios 25.28 : “Como a cidade derrubada, que não tem muros, assim é o homem que não pode conter o seu espírito”. Não sejamos contrários à vontade de Deus; busquemos viver em paz com todos e deixemos de lado toda e qualquer maledicência, e assim, agradaremos Àquele que nos criou e que um Dia prestaremos contas a Ele, sabedores que somos desta verdade.

domingo, 17 de outubro de 2010

COISAS CONTRÁRIAS A DEUS.

No Livro de Provérbios, capítulo 6, versículos 16 a 19, estão registradas algumas coisas contrárias à vontade de Deus. Infelizmente muitas pessoas vivem a praticar tais procedimentos e desagradam ao Senhor. “Estas seis coisas aborrecem ao Senhor, e a sétima a sua alma abomina”: Olhos altivos (Isaías 25.11b “O Senhor abaterá a sua altivez…”; Salmo 18.27 “Tu livrarás o povo aflito e abaterás os olhos altivos”); Língua mentirosa (Colossenses 3.9 “Não mintais uns aos outros, pois que já vos despistes do velho homem com os seus feitos”); Mãos que derramam sangue inocente (Gênesis 9.6 “Quem derramamr o sangue do homem, pelo homem o sangue será derramado; porque Deus fez o homem conforme a sua imagem”); Coração que maquina o mal ("Colossenses 3.2 “Pensai nas coisas que são de cima e não nas que são da Terra”); Fazer o mal (Colossenses 3.12 “Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de entranhas de misericórdia, de benignidade, humildade, mansidão….”); Testemunha falsa (Colossenses 3.13 “Suportando-vos uns aos outros e perdoando-vos uns aos outros; se algum tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também”); CONTENDAS ENTRE IRMÃOS (Colossenses 3.8 “Despojai-vos também de tudo: da ira, da cólera, da malícia, da maledicência, das palavras torpes da vossa boca”). O texto nos afirma que as seis primeiras coisas aborrecem ao Senhor. Porém, a sétima –contendas entre irmãos- é abominável para Ele. Por que, então, existem tantas desavenças no seio da Igreja de Cristo? Sejamos sinceros; busquemos o perdão de Deus, e, façamos o propósito de viver diligentemente em conformidade com a soberana vontade do Pai. Quem somos nós para negligenciarmos tão grande salvação? O inimigo de nossa alma, decerto, quer que vivamos em constantes conflitos com nossos irmãos na fé; mas, somos inteligentes e neste armadilha não cairemos. O Espirito Santo, que em nós habita, nos guiará em todos os momentos.

sábado, 16 de outubro de 2010

CONVIVÊNCIA ENTRE IRMÃOS NA FÉ.

A Bíblia diz, no Salmo 133.1 “Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união! Seria muito bom se este versículo refletisse verdadeiramente o sentimento de todos aqueles, que se dizem irmãos na fé. Para tornar realidade, o que parece ser apenas uma utopia, devemos tomar alguns cuidados e desenvolver práticas que nos levem a ter um relacionamento elevado com os nossos amigos, parentes e também aqueles que têm a mesma fé. É preciso ter tolerância com a diversidade de opiniões, pensamentos, ações e reações daqueles que nos cercam. Usar de sinceridade no trato com as pessoas e não ter um amor fingido, pois, isto de nada adiantaria. Ser altruísta em todos os sentidos da vida; buscar não apenas os próprios interesses, mas, também, olhar para o irmão com a verdadeira intenção de ajudá-lo em tudo que precisar, se estiver ao alcance de fazer. Procurar ser compreensivo em lugar de usar de arrogância e falta amor. Quando somos compreensivos, naturalmente recebemos em troca, coisas boas, pois uma coisa gera a outra. A Palavra de Deus registra em Romanos 15.1,2 o seguinte: “Nós que somos fortes devemos suportar as fraquezas dos fracos e não agradar a nós mesmos. Portanto, cada um de nós agrade ao seu próximo no que é bom para edificação”. Muitas pessoas, inclusive nas igrejas, pelo simples fato de não gostarem de outras, usam de subterfúgios para tentar prejudicar a quem não gostam. Esquecem, os que são crentes em Cristo, pelo menos assim afirmam,  que darão contas de todos os seus atos a Deus. Querem a qualquer custo implantar as suas idéias como se fossem as únicas que se baseiam na verdade. A II carta a Timóteo 2.24 diz:”…ao servo do Senhor não convém contender, mas sim, ser manso para com todos…” .É tempo de um despertamento espiritual genuíno, para que todos nós deixemos os rudimentos desta vida e procuremos a santificação, sem a qual não veremos a Deus. Os problemas e aflições não podem impedir a nossa comunhão com o Senhor.