sexta-feira, 13 de março de 2015

CREDIBILIDADE


Credibilidade  é a qualidade do que é crível. O grande problema é mantê-la. Tudo, nestes últimos tempos, tem contribuído para que as pessoas esqueçam deste grande dilema da vida: “ser ou não ser”, conforme afirmação filosófica.

As questões humanitárias mexem com o nosso viver e nos fazem pensar em desistir delas, uma vez que nada é feito no sentido de preservá-las por quem de direito.
Ter credibilidade não é apenas não estar com o nome “sujo” na praça; envolve muito mais além daquilo que pensamos ou achamos. É preciso ser responsável através de atitudes grandiosas, mas também nos pequenos gestos.

Muitas pessoas prometem fazer muitas coisas, entretanto, o tempo passa e nada realizam, deixam cair no esquecimento e quando todos não mais pensam sobre o assunto, ganham notoriedade, mesmo sem nada terem feito  que merecesse qualquer citação.

Ter credibilidade custa muito “caro”; é preciso buscar o aperfeiçoamento e não negligenciar em quaisquer áreas da vida, mesmo em prejuízo próprio. É respeitar o direito alheio; é uma busca constante em servir ao próximo; é não buscar a primazia nos locais onde esteja; é, sobretudo, ter plena consciência de fazer o melhor para o Reino de Deus e para a humanidade.

As maiores riquezas não podem subjugar debaixo de seus interesses aqueles que buscam fazer valer as suas ideias em benefício do seu próximo.


Quando todos nós agirmos dentro dos padrões de Deus, baseados na Palavra que diz: “Somente deveis portar-vos dignamente conforme o evangelho de Cristo (...)  pela fé com o mesmo ânimo” (Filipenses 1.27), seremos pessoas com credibilidade diante de nossos parentes, amigos, irmãos na fé e vizinhos.

quinta-feira, 5 de março de 2015

“Israel é um milagre”

Texto recebido por e-mail
WASHINGTON, EUA — O ator Leonard Nimoy (famoso por seu papel de Spock no seriado Jornada nas Estrelas) ainda está falando acerca do milagre de Israel num filme que ele narrou muito antes de sua morte.

O filme, exibido na televisão americana, se chama “The Miracle of Israel” (O Milagre de Israel), e conecta os eventos estranhos e aparentemente sobrenaturais em torno da fundação e sobrevivência do Estado judeu durante os últimos 67.

O nascimento de Israel como nação em 1948 foi mais do que apenas o cumprimento de um sonho mantido durante 1900 anos — foi o cumprimento moderno da profecia antiga da Bíblia, afirma o filme visto por milhões de americanos por meio de horário comprado pelos produtores que o usam para promover a versão DVD e outros materiais de apoio.
Produzido pela Fundação Milagre de Israel, o filme faz com que os telespectadores recordem que a Bíblia prometeu que, embora Deus baniria o povo judeu de sua terra por causa de desobediência, Ele nos “últimos dias” os traria de volta e os restabeleceria em sua terra.
Para o povo judeu, a busca de uma pátria que levou quase 2000 anos terminou com uma votação na ONU que durou apenas três minutos. Embora miraculosa, não ocorreu sem luta, uma luta que continua até hoje.
Não dá para contar a história de Israel separada do milagre moderno de Deus reajuntando Seu povo, espalhado aos quatro cantos da terra. Esse reajuntamento começou no século XIX quando colonos judeus, estimulados por sua fé e convicção, voltaram à Terra de seus Pais. Eles transformaram pântanos em terra cultivável e reviveram a língua hebraica.
Antes, durante e imediatamente depois do Holocausto, muitos judeus europeus tentaram imigrar para Israel para escapar da morte, mas lamentavelmente os britânicos, que governavam a Palestina até 1948, os rechaçaram. Muitos voltaram para a Europa onde foram mortos enquanto outros terminaram em campos de concentração, nunca conseguindo chegar à Terra Prometida.
Entretanto, depois de 1948, as comportas se abriram e milhões de judeus retornaram para sua Terra. Antigas comunidades judaicas, talvez até as comunidades cujos membros podem ter sido descendentes das “Tribos Perdidas” de Israel, podem ter feito aliyah (palavra hebraica que significa “voltando para Israel”) de lugares distantes como China, Índia e Etiópia. Um novo fenômeno é o interesse súbito entre muitos latino-americanos de recuperar sua identidade judaica perdida. Muitos acreditam que são descendentes de judeus forçados a deixar a Espanha e depois Portugal durante a Inquisição espanhola no final do século XV. Recentes avanços nas pesquisas tecnológicas de DNA podem agora confirmar se, de fato, uma pessoa vem de origem judaica.
O primeiro Templo foi construído por Salomão, filho de Davi, por volta de 950 a. C. Foi construído de acordo com o modelo do tabernáculo no deserto dado a Moisés para abrigar a Arca da Aliança.
De acordo com arqueólogos, estudiosos e historiadores, foi construído no Monte Moriá, o lugar em que Abraão ofereceu Isaque para ser sacrificado. Posteriormente foi destruído pelos babilônios em 586 a.C. e acabou sendo reconstruído pelo remanescente que voltou do cativeiro 70 anos mais tarde.
Conhecido como Segundo Templo, foi depois ampliado e embelezado por Herodes o Grande durante o final do primeiro século a.C. Foi construído num tamanho tão suntuoso que se tornou uma das grandes maravilhas do mundo antigo. O Templo foi de novo destruído pelos romanos em 70 d.C., quando saquearam Jerusalém e destruíram totalmente a cidade com fogo.
Durante o sétimo século, quando Jerusalém estava sob o controle dos muçulmanos, uma mesquita foi construída em cima do local onde se pensa que era o Santo dos Santos. Permanece ali até hoje.
O Monte do Templo é ardentemente contestado e é talvez o imóvel mais caro do mundo hoje. Um movimento agora surgiu para reconstruir o Templo de novo, e esse movimento está rapidamente ganhando ímpeto.
O filme defende a ideia bíblica não só da volta do povo judeu à sua terra, mas também de restauração espiritual.
Traduzido e editado por Julio Severo do artigo do WorldNetDaily: Leonard Nimoy’s epitaph: “Israel is a miracle”


terça-feira, 3 de março de 2015

Por que é bom ter esperança?


A Bíblia diz em Lamentações 3. 26 : "Bom é ter esperança e aguardar em silêncio a salvação do SENHOR". Para que entendamos esta promessa de Deus precisamos discernir tudo aquilo que nos foi concedido até aqui. A bondade e a misericórdia de Deus têm sido sobre nós, todos os dias de nossa existência. Não pagamos pelo ar que respiramos, pela chuva, pelo sol e todas as coisas boas que nos são permitidas pela graciosa vontade Divina. As aflições, adversidades, quaisquer que sejam, não podem subverter os benefícios que temos recebido, em todos os momentos.

É bom ter esperança porque nos faz compreender a soberania de Deus em nós; nos faz crescer na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo; nos concede benefícios em todas as áreas; derrama sobre nós copiosas bênçãos espirituais e também, materiais; nos dá o perfeito entendimento para uma vida de serviço ao Senhor e ao nosso próximo; nos faz vencer pelo amor e não pela força; nos dá condição de saber  quem somos e o que representamos para o Reino Eterno, aqui na Terra; nos capacita a melhor enfrentar os revezes que se apresentam  contra nós; enfim, nos dá a perfeita direção para onde nos dirigimos com vistas à eternidade. Nossa Esperança é viva para sempre: É o Rei dos Reis; Senhor dos senhores: Jesus Cristo, o Justo.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

SAUDADE.

                                                  

Palavra que pode exprimir tanto uma lembrança grata de alguém ou de algum fato ocorrido, como algo desagradável acontecido e que traga recordações ruins. Em nosso viver passamos por diversos momentos que posteriormente nos causarão saudade. Pessoas que perderam entes queridos sentem uma profunda saudade. Mas outros a sentem apenas pela distância que os separam de quem amam. Fato é que, sentir saudade às vezes, faz muito bem à alma.

 Por outro lado, senti-la seria a última coisa que alguém gostaria de ter. Quanta saudade você já sentiu? É quase impossível medir por motivo de ser algo abstrato, que às vezes dói muito e em outras vezes traz muita alegria, pois há a expectativa do reencontro. 

Você já pensou em alguém que esteja com saudade e o quer outra vez ao seu lado? Este alguém é o Senhor Deus; Ele também sente saudade de cada um de seus filhos e/ou filhas. O filho pródigo arrependeu-se de seus pecados, tomou a decisão certa e voltou para a casa de seu pai, que o recebeu de braços abertos, sem qualquer exigência. 

É tempo de voltar! Deus está com saudade de você. Não perca tempo, pode não haver tanto tempo! Volte correndo para os braços do Pai e Ele não levará em consideração o tempo do afastamento e o (a) receberá com muita alegria!

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

NÃO ME ENVERGONHO

Texto de autoria do  Pastor Paulo Roberto Sória, para nossa meditação, que recebi por e-mail.

Não me envergonho de ser Pastor; não me envergonho de ser Evangélico; não me envergonho de ser Brasileiro.
Mas sinto vergonha por pastores exploradores de crédulos crentes, que são enganados por manipulações religiosas místicas e cheias de superstições escravistas. Pastores que vendem bênçãos em forma de orações através de corredores de dezenas de "obreiros", "pastores", "apóstolos", "missionários", "bispos" e seja qual for o pomposo título que tenham e são vendilhões do templo colocando, se enriquecendo com a venda dos penduricalhos na forma de óleos santos, folhas de oliveiras, sal grosso, água benta ou nojentos lenços sujos com o suor do "santo" homem sem Deus. Vergonha de evangélicos sem Evangelho.
Não me envergonho em ser Brasileiro. Sinto vergonha sim da miséria do nosso povo. Sinto vergonha do que o governo paga aos aposentados que contribuíram com o máximo e recebem o mínimo. Sinto vergonha por ver muitos de nossos adolescentes e jovens levados pelos narcotraficantes às garras das drogas, vícios, criminalidade e violência. Sinto vergonha de juízes corruptos, que vendem suas decisões jurídicas aos poderosos e vergonha em ver políticos seqüestrando os juizes. Sinto vergonha de governos no Brasil, que governam para seus partidos e seus interesses particulares. Sinto vergonha de brasileiros, pobres ou ricos, que roubam, fraudam, sonegam e se aproveitam de situações. Sinto vergonha pela falta de honestidade de muitos; pelo desrespeito à criança, ao idoso, ao portador de necessidade especial, à mulher, ao pobre e às vítimas de toda violência e desrespeito. Vergonha da morosidade da Justiça, da falta de médicos, da deficiente saúde dos brasileiros.
Sinto vergonha dos altos custos com nossos políticos e do baixo salário com que se remunera os simples mortais.
Vergonha sinto pela falta de esgoto, de água encanada e remédio nos postos de saúde.
Nos esportes sinto orgulho em ser brasileiro, em ver nosso país entre os primeiros em tantas modalidades esportivas.
A Seleção Brasileira de Futebol, a bem da verdade, não representa nossa Nação, mas sim um esporte de nossa Pátria.
Quem representa nosso Brasil é seu povo, sua gente. Temos símbolos que nos representam: Hino Nacional; Brasão e o Pavilhão Nacional, nossa bandeira.
No futebol sinto orgulho em ver nossa seleção de jogadores profissionais entre os primeiros do mundo. Sinto orgulho em ser brasileiro mesmo tendo vergonha do governo que nos governa, dos maus políticos que temos e dos falsos pastores entre evangélicos sem Evangelho.
Sinto vergonha de um cristianismo sem Cristo. Mas por ter, numa competição esportiva, ganhado ou perdido um jogo de futebol, mesmo querendo ser vencedor, só sinto o desafio de melhorar e entender que um ganha outro perde, e que o mais importante é competir.

sábado, 31 de janeiro de 2015

CRESCIMENTO DE IGREJA – método e estratégia

Parte de um texto escrito pelo  Pr. José Barbosa de Sena Neto, para nossa meditação.

O modelo para “crescimento de igreja” apresentado em o Novo Testamento não é o Cristo agindo por intermédio de alguns poucos homens e mulheres e sim através de TODOS os membros da Igreja local. Deus não usa ‘métodos e estratégias’  por melhores e mais bem elaborados que possamos imaginar. Deus usa homens e mulheres consagrados e sempre dispostos a realizar a Sua obra! No término de sua Epístola aos Romanos, Paulo envia saudações a diversos homens e mulheres, seus “cooperadores em Cristo” que muito trabalharam no Senhor! (Romanos 16.3-16).


   É falso todo ensino que promete “crescimento de igreja”, se os crentes apenas e tão-somente utilizarem ‘métodos e estratégias’ humanos! A vida cristã inicia de maneira sobrenatural e somente há reprodução quando o Senhor Jesus opera de maneira idêntica, através de crentes – como eu e você – homens e mulheres que reconhecem precisar de constante necessidade de novas capacitações do Espírito Santo, pois foram justamente tais capacitações que caracterizaram a Igreja Primitiva. Ao invés de ficarmos escarafunchando a vida dos outros, sendo a ‘palmatória do mundo’ em nossos congressos fundamentalistas, devemos, sim,  em alto e bom som, fazer realçar   que o mais poderoso testemunho das Igrejas locais contra o poder da depravação humana, que impera em todos os quadrantes do mundo,  é o resultado da vida nova que elas desfrutam em Cristo e quanto mais elas desfrutam dessa vida, sendo o “bom perfume de Cristo”(II Coríntios 2.15), tanto mais a Igreja local causará impacto diante do mundo! Em Atos 4.13 Lucas nos mostra que os homens naqueles dias “ao verem a intrepidez” de “homens iletrados e incultos”, não tiveram nenhuma dúvida, reconheceram que haviam eles estado com Jesus”! Quanto mais o crente e o líder  local procuram vivenciar  Cristo em suas vidas, dia após dia, tanto maior será a sua utilidade na obra do Senhor! Aonde quer que os crentes fossem, levavam  consigo a mensagem transformadora do Evangelho, transmitida por suas vidas e exemplo quanto pelos seus lábios - “porque a boca fala do que está cheio o coração” (Mateus 12.34) -  e desta forma todo crente era um missionário em cada minuto da sua vida, por isso “acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos” (Atos 2.47). Este é o método, esta é a estratégia!

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

O QUE FAZEMOS COM NOSSAS FRAQUEZAS?

Texto do Pastor Israel Belo de Azevedo.

E o que fazemos com as nossas fraquezas, nossas debilidades, nossas limitações, nossas dificuldades?
Primeiramente, podemos estar enganados com relação às nossas fraquezas. Até pode ser que o que nos pareça fraqueza seja uma força. Por exemplo, somos muito cautelosos para tomar decisões e por vezes achamos que essa nossa cautela é fraqueza, mas ela pode ser força, que nos leva a tomar decisões acertadas. Então, graças a nossa cautela, acertamos mais do que erramos.

Também devemos considerar que as nossas fraquezas, nossas reais fraquezas, não são definitivas, não são um destino, como se diz. Nós precisamos fazer os nossos próprios caminhos, não os caminhos de nossas debilidades. Também, nós podemos abandonar as fraquezas que nos habitam, por exemplo, podemos deixar de se ranzinzas, reclamando de tudo, enxergando as coisas negativas em tudo, sem perceber coisas boas. Podemos deixar esse triste hábito, podemos abandonar essa fraqueza.

De igual modo, diante de nossas fraquezas devemos refletir sobre elas, em busca de uma jornada de superação. Se hoje nós somos vaidosos, amanhã não precisamos continuar sendo vaidosos. A vaidade, que para muitos é uma força, esta sim é uma fraqueza.

Uma boa atitude diante de nossas fraquezas, é fixar os nossos olhos em nossas forças, não nas fraquezas que eles dizem que nós não podemos, mas nas forças que nos impulsionam para fazer aquilo que nós podemos fazer.

Uma boa maneira, ainda, é tirar proveito de nossas fraquezas, sejam elas físicas, emocionais. Vamos tirar proveito delas, quem sabe vamos rir delas. Vamos ridicularizar a nós mesmos, colocando as nossas debilidades como um motivo de riso, para que elas não façam parte efetivamente de nossas vidas.

Mais ainda, e termino, diante de nossas fraquezas, nós podemos aprender a depender de Deus, menos de nós mesmos e mais daquele que é o Senhor todo poderoso de nossas vidas.

E podemos também, trabalhar mais em equipe, não nos achando aqueles que fazem sozinhos, mas aqueles que fazemos uns com os outros.

Temos forças e fraquezas. O que fazemos com as nossas fraquezas? O que fazemos delas depende das vitórias que nós queremos alcançar.

 Um dia de vitória, com suas forças, que estão presentes na sua vida. Com as suas fraquezas, que também estão presentes nas suas vidas, mas não podem ser jamais definitivas.