quarta-feira, 19 de novembro de 2014

HUMILDADE.


Texto publicado em 04/062011.

Este é um tema bastante amplo; sugere que as pessoas sejam possuidoras de um caráter que lhes permita viver com altruísmo, distanciando-se cada vez mais dos propósitos nefastos da soberba, que muitos insistem em mostrar.

Ser humilde é um dom concedido por Deus àqueles que pretendem fazer algo em benefício de outrem e não de si mesmos. Conceitos errados da humildade colocam dúvidas em todos os que de alguma maneira pretendem ser úteis. 

Jesus nos manda ser mansos e humildes de coração (Mt.11.29). Em Mateus 5.3 diz: “Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o Reino dos céus”. Podemos analisar da seguinte forma: quando somos humildes de espírito agradamos ao Senhor da vida, porque d’Ele vem esta indicação.

Grandes mudanças aconteceram na sociedade desde a sua organização, mas em todos os tempos sempre existiram e, continuarão a existir, os que a despeito de contrariarem a vontade de Deus fazem questão de ser soberbos, inconsequentes, blasfemos e ávidos por holofotes.

Em todos os níveis  há os que são simples e humildes, mas também, os que são e fazem questão de ser contrários aos princípios cristãos da boa convivência, do amor desinteressado, dos relacionamentos sadios, de uma conduta que seja pertinente aos bons costumes.


Uma grande parte vive como se não fosse dar contas de seus atos de falta de amor ao próximo, naquele grande Dia em que todos comparecerão diante do Trono Celestial para serem julgados. Jesus mesmo disse que, o que fizermos de bem ou de mal, nos será creditado no Livro da Vida. 

A Bíblia diz que “somos o sal da terra e a luz do mundo e, que a nossa luz deve resplandecer diante dos homens, para que vejam as nossas boas obras e glorifiquem ao nosso Pai que está nos céus” (Mateus 5.13,14 e 16). 

Deixemos, com sinceridade de coração, toda a arrogância e soberba, que significam falta de humildade, e vivamos segundo o preceito de Deus para nós.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

CASAIS SANTIFICADOS FAMÍLIAS ABENÇOADAS.

      
A família foi criada por Deus. Logo após a criação do homem (Adão), Deus viu que não era bom que ele (homem) estivesse só, providenciou, então, uma companheira  para que houvesse satisfação mútua e preservação da raça humana. Foi estabelecido o primeiro lar, a primeira família. Deus os fez macho e fêmea, isto é, um homem, chamado Adão, e, uma mulher, chamada Eva.

 A família é, pois, a primeira instituição social. O seu propósito deve ser a glorificação do nome do SENHOR. A provisão necessária aos seus membros dar-se-á através da educação, do aconchego, da segurança, do trabalho honesto e do companheirismo entre todos que fazem parte dela. Dentro da família há possibilidades para que tudo seja contemplado de forma harmoniosa, embora muitas atrocidades estejam acontecendo no seio de alguns lares.

Há muitos que estão tentando desmoralizar a instituição família, apregoam que ela está falida; outros fazem questão de mostrar, principalmente a televisão, apenas questões que destroem aquilo que Deus criou. Apresentam soluções para os casamentos que estão em crise, através do adultério. Os filhos desrespeitam aos pais e estes aos filhos. Os jovens levam seus “ficantes” e dormem juntos como se nada de anormal acontecesse. Enfim, os meios de comunicação dão  contribuição maléfica às famílias através de suas programações  inadequadas para qualquer faixa etária. 

É tempo de purificação. Não podemos permitir que nossas famílias sejam objetos nas mãos de pessoas que enganam a pretexto de entretenimento... A família deve ser o nosso foco principal aqui neste mundo. Necessitamos  falar da salvação em Jesus Cristo, da pureza de alma, dos bons costumes, do respeito às leis e principalmente do temor a Deus. Há esperança para aqueles que assim agirem e o Senhor mesmo os recompensará. Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da  vida (Apoc. 2.10). Preserve a santificação de sua família. Abra mão dos deleites deste mundo e viva em conformidade com a Palavra de Deus.


A família começa com o casal, que precisa estar alinhado com os objetivos de Deus a este respeito. Apesar de o “mundo” pleitear o abalo das estruturas familiares, temos a plena convicção da vontade do Senhor em preservá-las a fim de fortalecer a igreja e a sociedade como um todo.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

CONTROLAR A LÍNGUA.

O Apóstolo Tiago dedicou um capítulo, o de número 3, de sua carta, para tratar desse assunto tão importante, o controle da língua. Muitos casos de separação conjugal já aconteceram exatamente porque os cônjuges não souberam controlar o seu falar. Famílias inteiras vivem em pé de guerra, também porque não souberam e nem sabem conviver sem agressões verbais. É comum, em nossa convivência, observarmos pessoas totalmente descontroladas que falam impropérios a todos à sua volta.

 O que fazer para controlar a língua? O próprio Apóstolo Tiago nos dá a receita: “Buscar a sabedoria dos altos céus, porque ela é pura, depois pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade e sem hipocrisia. Ora, o fruto da justiça, semeia-se na paz, para os que exercitam a paz”. (Tg.3.17,18).

No sermão do monte, Jesus tratou de vários assuntos, dentre eles estão as Bem-Aventuranças, e, nelas, os princípios para uma vida tranquila, sem problemas de relacionamentos, porque, se todos observarem o que é ser, por exemplo, pobre de espírito, manso, misericordioso, limpo de coração, pacificador (não pacifista), entenderão a verdadeira vontade de Deus para a humanidade, e, a partir daí, haverá um linguajar mais apropriado e sadio entre todos.


Jesus nos deixou a sua paz (“Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize”. João 14.27). Portanto, depende de nós o controle de nossa língua para que vivamos em paz.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

A HUMANIDADE EM CRISE

A maior crise que a humanidade enfrentará no século XXI não é o aquecimento global, ou a diminuição de recursos, ou conflitos regionais ou um super-vírus devastando o planeta ou nenhum outro desastre — real ou imaginário — que provoca agonia em governos nacionais e agências internacionais. Se as tendências atuais continuarem, não teremos esgotamento de energia ou outros recursos no futuro próximo. O que haverá é escassez de pessoas. Essa catástrofe mundial será a consequência de fertilidade em declínio rápido, chamado de Inverno Demográfico.
O índice de fertilidade se refere ao número de filhos que em média a mulher tem durante sua vida inteira. Um índice de 2,1 é necessário para apenas substituir a atual população.
Em 1960, no mundo inteiro a mulher tinha em média 5 filhos. Agora, esse  número é 2,6 e caindo. Hoje, 59 países com 44% da população mundial têm fertilidade abaixo do nível de substituição — em alguns casos, bem abaixo desse  nível. Muitas  nações desenvolvidas têm índices de fertilidade  de 1,5 ou menos.
Como foi que chegamos a esse ponto? O culpado principal é a Revolução Sexual — um fenômeno que se manifestou pela primeira vez no final da década de 1960, não coincidentemente, na época em que os índices de natalidade começaram a declinar.
Dava para se resumir o dogma da Revolução Sexual — que se enraizou no pensamento social das nações ocidentais — como segue: 1. O sexo é o aspecto mais importante da existência. 2. Quando o sexo é consensual, é sempre bom. 3. O principal propósito do sexo é o prazer, não a procriação ou a conexão espiritual. 4. O principal propósito da vida é o prazer. 5. Inibições levam a neuroses e precisam ser vencidas. 6. O sexo não tem nada a ver com a moralidade ou valores, e 7. O sexo não deveria ser apenas livre de culpa, mas também livre de consequências — daí a contracepção, daí o aborto e daí o abandono do casamento.
Minha esposa e eu estávamos em Montreal alguns anos atrás. Numa vitrine de loja, vimos uma camiseta que dizia: “Faça Amor, Não Bebês.” Isso dava para ser o lema da Revolução Sexual — exceto que nem mesmo é amor mais, mas apenas o que chamam de “fazer sexo.”
Os profetas da Revolução Sexual incluem “pesquisadores” (eu uso esse termo com cautela) como Alfred Kinsey e Masters e Johnson, pornógrafos como Hugh Hefner, fundador da revista Playboy, e feministas como Margaret Sanger, Betty Friedan e Simone de Beauvoir.
O efeito da Revolução Sexual sobre a fertilidade tem sido profundo, de amplas consequências e possivelmente  irreversível.
Pela primeira vez na história, metade da população mundial em idade reprodutiva usa alguma forma de controle da natalidade. Em 2015, o mercado mundial de contraceptivos gerará um lucro anual estimado de 17,2 bilhões de dólares. Geralmente, isso é financiado por governos, empresas ou agências  internacionais. Muitas espécies  se extinguiram. A nossa poderá ser a primeira a financiar a sua própria extinção.
No mundo todo, há aproximadamente 42 milhões de abortos a cada ano. Isso representa mais que o dobro do número de mortes militares na 2ª Guerra Mundial — o conflito mais sangrento da história humana — exceto que, em vez dos soldados de um país mortos em batalha, essas são as vítimas que uma nação provoca em si mesma.
De uma perspectiva demográfica, não estamos apenas perdendo 42 milhões de pessoas anualmente, mas também seus filhos, netos  e outros descendentes através das eras. Estamos de modo muito literal  abortando nosso futuro. O declínio do casamento tem afetado a fertilidade muito mais profundamente do que os contraceptivos.
Nos Estados Unidos, em 2009, 41% de todos os nascimentos foram fora do matrimônio. À medida em que essas crianças se tornam adultas (em grande parte em lares de mães solteiras), a probabilidade é que continuarão a tradição familiar de não formar famílias.
A procriação não prospera num clima de incerteza. Em 2008, nos EUA, 40% de todos os casamentos terminaram em divórcio. E menos e menos pessoas estão se casando em primeiro lugar. Na França, em 2010, mais pessoas começaram a viver juntas do que se casarem.
Em 1960, 72% de todos os adultos estavam casados. Em 2008, essa estatística havia caído para 51%. Entre  jovens de 18 a 29 — os que estão no apogeu dos anos reprodutivos — 59% estavam casados em 1960, em comparação com apenas 20% hoje.
Outrora uma realidade central da existência, o casamento agora é opcional. Nós nos casamos porque escolhemos, não porque precisamos. O que não é de surpreender é que menos casamentos resultam em menos crianças.
Assim como a diminuição dos índices de natalidade é consequência da Revolução Sexual, essa revolução foi produto de algo chamado Marxismo Cultural — um movimento associado com Antonio Gramsci (autor da frase “longa marcha pela cultura”), Georg Lukacs, a Escola de Frankfurt e Herbert Marcuse. O Marxismo Cultural era a resposta deles ao fracasso da revolução mundial depois da 1ª Guerra Mundial. Gramsci desenvolveu uma teoria de que a família e a igreja davam aos trabalhadores uma “falsa consciência de classes” que os tornava imunes aos apelos do marxismo.
A solução, então, era destruir a família e o Cristianismo — e que melhor modo de fazer isso do que fomentar a devassidão (“amor livre” na linguagem da época), e uma sociedade orientada para o prazer irrefletido, em vez de procriação, formação da família e a busca de um sentido mais elevado.
Embora não haja prova de que a redução dramática da fertilidade era o que os marxistas culturais queriam, se você pensar nisso de modo lógico, essa é a consequência natural quando se mina a fé e a família e de uma sociedade muito erotizada onde a família é vista como um obstáculo para a auto-realização e filhos um peso.
Não encontraremos nossa saída da floresta do inverno demográfico até derrubarmos a Revolução Sexual — rejeitando suas premissas, desmascarando seus profetas e expondo seus dogmas. No final de tudo, a Revolução Sexual é sobre morte — aborto, contracepção (impedir a vida de ocorrer), doenças sexualmente transmissíveis, pornografia e promiscuidade, em lugar de casamento, fidelidade e procriação.
Para combater o Inverno Demográfico, precisamos adotar uma filosofia de vida. Como a Bíblia diz: “Apresentei claramente diante de ti os caminhos da vida e da morte; a bênção e a maldição. Escolhe, pois, o caminho da vida, para que viva plenamente, tu e tua descendência.”(Dt. 30.19) (KJA)


quarta-feira, 22 de outubro de 2014

COMENTÁRIO SOBRE O VIVER.

O homem desde que vive em sociedade, está condicionado ao meio com o qual se relaciona. Seus propósitos, sonhos, alegrias, tristezas, etc,,,. são o resultado de tudo quanto tem partido de seus sentimentos, ora expostos ora guardados, que proporcionam, às vezes, reações adversas daquilo que realmente gostaria de fazer. 

 Levantar "voo", para algumas pessoas, talvez seja mais difícil que a simples existência de sua própria vida. Há os que jamais serão suficientemente adultos em suas atitudes, tanto em casa como na escola, na igreja e na sociedade em geral.

 O depender de terceiros é latente em tais pessoas e, isto, significa uma vida oprimida mediante suas próprias carências. Estas pessoas necessitam da ajuda de alguém para saírem da inércia física, material e espiritual em que vivem. A descoberta de novos horizontes traz o interesse pelo conhecimento e pelo esclarecimento. 

O correto é participar de novas descobertas, para que sejam suprimidas todas as dúvidas com a necessária força e com discernimento, pois, todos podem resolver seus dilemas à medida que conseguirem vencer o medo.

O medo acarreta sérias consequências em todas as áreas do ser humano. A Palavra de Deus nos insta a que deixemos de ter medo e vivamos segundo o propósito de Deus, estabelecido para cada um. Não nos faz bem o ser medroso. É óbvio que, em algumas circunstâncias, o medo nos ajuda a fugir de determinadas situações que nos seriam prejudiciais.

O discernimento, concedido por Deus, nos fará entender qual a melhor posição a ser tomada diante de algo que nos aflija e tente tolher o nosso viver. 

           

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

PREOCUPANTE ESTE ASSUNTO.

Posted: 10 Jun 2014 03:23 PM PDT



Julio Severo
Não há dúvida de que os Estados Unidos tiveram um começo cristão, primeiro com os Peregrinos. Mais tarde, desde a independência em diante, os EUA eram uma nação protestante com minorias católicas e judaicas. Os EUA conseguiram de forma consistente manter esse perfil religioso até meados do século XX.
Os EUA eram vistos como a nação mais protestante do mundo, e os missionários americanos muitas vezes ensinavam sobre as bênçãos divinas que estavam sobre uma nação predominantemente protestante. Os EUA eram estimados por nós, pelo exemplo e pregações dos missionários, como uma nação que havia se tornado forte porque abraçara o Evangelho.
Falo como brasileiro que foi muito beneficiado pelo maravilhoso trabalho missionário dos EUA.
Mas qual é o perfil religioso dos EUA hoje? Os EUA ainda são a nação mais protestante do mundo, mas sua posição será ultrapassada pela China em 10 anos. Os Estados Unidos tinham 159 milhões de protestantes em 2010 e as previsões são que a China terá 160 milhões de protestantes em 2025. Contudo, embora os cristãos protestantes estejam aumentando na China, seus números estão declinando nos EUA.
A Associação de Estatísticas de Órgãos Religiosos Americanos, uma organização que ajuda a agência federal americana de recenseamento, recentemente divulgou um mapa interessante que mostra quais religiões agora ocupam o segundo lugar de importância em todo o território dos EUA. Em algum ponto no futuro próximo, essas religiões poderão ultrapassar as maiorias cristãs, quer protestantes ou católicas, deixando os EUA com um perfil religioso vastamente diferente de seu começo.


O islamismo agora ocupa o segundo lugar da religião mais predominante em 20 estados dos EUA, muitos dos quais estão no Cinturão Bíblico, que tem sido a região em que os protestantes conservadores têm tradicionalmente um controle enorme. O crescimento islâmico certamente desafiará esse controle. O judaísmo é a segunda religião mais comum na maior parte do nordeste dos EUA, enquanto no Oeste, o budismo é a segunda religião mais comum em 13 estados. O hinduísmo é a segunda religião maior em dois estados, Arizona e Delaware.
O que é de notar é que a pesquisa considera o mormonismo, as testemunhas-de-jeová e outras seitas heréticas como parte do Cristianismo.
É claro que as maiorias cristãs nos EUA são dominadas por cristãos nominais, sem mencionar cristãos esquerdistas, e os efeitos têm sido sentidos no campo missionário. No Brasil, Brian McLaren e outros líderes protestantes americanos esquerdistas, conhecidos por suas simpatias por pontos principais da agenda gay, têm livros bestsellers na Igreja Brasileira.
À medida que os EUA caminham para serem ultrapassados pela China como a nação mais protestante do mundo, seu Cristianismo interno e muitas vezes nominal está caminhando para ser ultrapassado pelo islamismo, budismo e outras religiões? O tempo dirá.
Está chegando a hora da Igreja Internacional enviar missionários aos EUA?

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quarta-feira, 1 de outubro de 2014

COMUNHÃO COM DEUS



Várias são as situações em que nos sentimos distantes de Deus; quando pecamos por quaisquer motivos, sejam por ação, reação, omissão ou outros tipos deixamos de ter comunhão com o Senhor. Isto nos faz afastados de Sua bendita presença e nos torna enfraquecidos na fé. A Bíblia registra sobre diversos servos do passado, que apesar de tudo contra conseguiram vencer os obstáculos, motivados pela presença de Deus em suas vidas
É muito comum ouvirmos de pessoas crentes, que se encontram afastadas da comunhão com Deus, que não sentem mais a presença do Senhor e por isso deixaram de cultuá-Lo na congregação, com os irmãos.
Há alguns exemplos de pessoas que viveram para a glória de Deus, isto deveria influenciar outras a terem  o mesmo procedimento:
Abrãao – Em Gênesis 21.22 há o registro do reconhecimento de um rei, que não cria em Deus, sobre esse grande servo de Deus: “E aconteceu, naquele tempo, que Abimeleque, com Ficol, príncipe do seu exército, falou com Abraão, dizendo: Deus é contigo em tudo o que fazes”.
José – Está registrado na Palavra de Deus que este Seu servo   foi próspero em todas as atividades, porque era fiel ao Senhor. Gênesis 39.3 “Vendo, pois, o seu senhor que o SENHOR estava com ele (José) e que tudo o que ele fazia o SENHOR prosperava em sua mão, José achou graça as seus olhos e servia-o; e ele o pôs sobre a sua casa e entregou na sua mão tudo o que tinha”.
Josué – Deus disse a ele: “Serei contigo; não te deixarei nem te desampararei. Esforça-te e tem bom ânimo, porque tu farás a este povo herdar a terra que jurei a seus pais lhes daria (Josué 1.5,6).
A Gideão o Anjo do SENHOR disse: “O SENHOR é contigo, varão valoroso...Vai nesta tua força e livrarás a Israel da mão dos midianitas; porventura, não te enviei eu?” (Juízes 6.12,14).
O profeta Jeremias sofreu todas as provocações, perseguições, privações que um ser humano pode suportar, mas somente pela providência de Deus. Está registrado em Jeremias 15.20 : “Eu te porei contra este povo como forte muro de bronze; e pelejarão contra ti, mas não prevalecerão contra ti; porque eu sou contigo para te guardar, para te livrar deles, diz o SENHOR”.
Isaías, o Profeta Messiânico recebeu uma promessa especial: “Não temas, porque eu te remi; chamei-te pelo teu nome; tu és meu. Quando passares pelas águas, estarei contigo, e, quando pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti. Porque eu sou o SENHOR, teu Deus, o Santo de Israel, o Teu Salvador. Não temas, pois, porque estou contigo...” (Isaías 43. 2, 3 e 5).

Muitos outros servos de Deus poderiam ser aqui citados, entretanto, atenhamo-nos aos que foram relacionados, para que entendamos a necessidade de uma aproximação cada vez maior para com Aquele que nos criou, nos remiu, nos sustenta e que pedirá contas Naquele Dia.