Na
parábola do filho pródigo (Lucas 15.11-32) é narrada a circunstância do acontecido, com suas consequências, mas, sobretudo, o grande amor do
pai pelo seu filho, perdoando-o, simplesmente pela tomada de decisão em
voltar para casa. Assim é o Senhor Deus à espera do retorno de seus
filhos, daqueles que entenderam a necessidade do conhecimento da verdade
que liberta, cura e concede a salvação eterna,
sábado, 14 de setembro de 2019
quinta-feira, 12 de setembro de 2019
Texto publicado em 2 de agosto de 2010
Dez Princípios para uma vida plena.
Todos nós queremos ter a alegria do viver
plenamente. A possibilidade de isto acontecer, para alguns,
torna-se, cada vez mais, uma grande dificuldade. É importante que
observemos alguns princípios que nos nortearão e nos farão
compreender melhor o que precisamos fazer: o primeiro princípio é
saber que a nossa alegria vem do Senhor, pois, Ele é a nossa força
(Neemias 8.10); o segundo princípio nos insta a entender, que até
aqui nos ajudou o Senhor (I Samuel 7.12). Sem a ajuda de Deus, o
nosso viver não teria sentido e nem faria sentido; o terceiro
princípio é amar ao Senhor sobre todas as coisas. O Salmo 31.23a e
24 diz: “Amai ao Senhor, vós todos os que sois seus
santos(…).Esforçai-vos, e ele fortalecerá o vosso coração, vós
todos os que esperais no Senhor; o quarto princípio é procurar
aproximar-se de Deus, cada vez mais. A Bíblia diz, no Salmo 73.28:
“…para mim, bom é aproximar-me de Deus; pus a minha confiança
no Senhor Deus, para anunciar todas as suas obras; o sexto princípio
é revestir-se da armadura de Deus (Efésios 6.11 : “Revesti-vos de
toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as
astutas ciladas do diabo); o sétimo princípio é obedecer ao Senhor
em todos os nossos procedimentos. A Bíblia diz, que Jesus foi
obediente até à morte e morte de cruz (Filipenses 2.8); o oitavo
princípio é amar a Jesus, como Salvador e Senhor, anunciar a Sua
Salvação aos que não O conhecem e viver para servi-lo com
inteireza de coração; o nono princípio é viver na dependência do
Espírito Santo de Deus. Todas as nossas ações e reações devem
ser submetidas à vontade dEle, para que saibamos estar em acordo com
a Sua Soberana vontade; o décimo princípio é amar, antes de ser
amado; é fazer aos outros aquilo que gostaríamos que nos fizessem,
enfim, é valorizar cada momento que Deus nos concede e, torná-lo
cada vez melhor, sendo úteis ao Reino dos Céus, aqui na Terra.
quarta-feira, 11 de setembro de 2019
DESÂNIMO.
Texto publicado em 10/03/2011
Muitas pessoas vivem
a enfrentar grandes dificuldades e, porque não veem alternativa,
ficam expostas às intempéries do desânimo, que é o princípio
de coisas mais sérias, como depressão e até síndrome do pânico.
Não pretendo esclarecer dúvidas sobre o assunto, pois, não tenho
formação acadêmica para isto; entretanto, dentro de uma linha de
raciocínio lógico, posso expor minhas ideias a respeito deste
problema, que afeta milhões de pessoas em todo o mundo.
A Bíblia,
em vários versículos, nos insta a que devemos viver com bom ânimo
e não com desânimo. Em todos os episódios registrados, Deus
falou, e fala, aos seus servos incentivando-os a serem firmes no
propósito a eles destinado. A Noé foi dito “Contigo
estabelecerei o meu pacto...” (Gênesis 6.18), isto equivale
dizer: “Tem bom ânimo, tu vencerás”; A Moisés, o Senhor Deus
disse: “Certamente eu serei contigo...”(Êxodo 3.12); a
Josué, o Senhor disse: “Serei contigo; não te deixarei nem te
desampararei. Esforça-te e tem bom ânimo...”(Josué 1.5b e 6a); ao Profeta Elias, que se achava oprimido e desmotivado, foi-lhe
dito: “Levanta-te e come, porque mui comprido te será o
caminho”(I Livro dos Reis 19.7); Salomão ouviu de seu pai, o Rei
Davi, a seguinte orientação, registrada no II Livro das Crônicas
28.20: “Esforça-te, e tem bom ânimo, e faze a obra, não temas,
nem te apavores, porque o SENHOR Deus, meu Deus, há de ser
contigo; não te deixará, nem te desamparará”; Neemias não
temeu as possíveis ameaças e conspirações de Sambalate,
respondeu-lhe dizendo: “Estou fazendo uma grande obra”; Jó,
apesar de todo o seu sofrimento, crises existenciais, acusações
dos amigos, desprezo da própria mulher, manteve-se firme e venceu,
ao ponto de dizer para Deus: “Eu te conhecia de ouvir falar, mas
agora os meus olhos te veem”(Jó 42.5); O Profeta Isaías recebeu
de Deus a seguinte afirmativa: “Não temas, porque eu sou
contigo. Porque eu, o SENHOR, teu Deus, te tomo pela tua mão e te
digo: não temas, que eu te ajudo”(Isaías 41.10a e 13);
Jeremias, o Profeta, quis justificar-se perante ao SENHOR; ouviu a
seguinte resposta: “Não digas: Eu sou uma criança; porque,
aonde quer que eu te enviar, irás; e tudo quanto te mandar dirás”
(Jeremias 1.7).
O nosso Senhor Jesus Cristo nos exorta, quando diz
que somos o sal da terra e a luz do mundo (Mateus 5.13-16); ao
paralítico Jesus disse:”Filho, tem bom ânimo; perdoados te são
os pecados”(Mateus 9.2); enfim, estes poucos exemplos devem
servir para o nosso incentivo diário, contra as astutas ciladas do
maligno que procura desestimular os filhos de Deus, daquilo que
precisam realizar. Sejamos pessoas de bom ânimo e o SENHOR nos
ajudará a vencer todo e qualquer problema, que venha a nos
afligir. A Palavra de Deus nos assegura que, somos mais que
vencedores, por aquele que nos amou”(Jesus Cristo) (Carta aos
Romanos 8.37).
sábado, 7 de setembro de 2019
- "Feliz a nação cujo Deus é o Senhor..."(Salmo 33.12a).
- A
maior liberdade que um povo pode ter é a sua chance de escolha a
quem servir. O nosso País possui todas as condições de um dia
poder dizer as mesmas palavras do salmista.Quando servimos ao Deus verdadeiro somos independentes do pecado, que
causa a destruição de nossa alegria; faz-nos sentir falta de paz e sem
dúvida nos afasta de nosso Pai celestial. Os “escravizados” pelo pecado
sentem em si mesmo um grande complexo de culpa e, isto, paralisa os seus
sonhos, projetos, anseios, tornando-os em devaneios, causando-lhes
enfermidades e até a morte.
segunda-feira, 2 de setembro de 2019
"Se eu atender à iniquidade no meu coração, o Senhor não me ouvirá; mas, na verdade, Deus me ouviu; atendeu à voz da minha oração. Bendito seja Deus, que não rejeitou a minha oração, nem desviou de mim a sua misericórdia".(Sl.66.18-20).
A Misericórdia de Deus prevalecerá sobre a nossa vida, quaisquer que sejam as circunstâncias, porque Ele é bom, e, em sua bondade, cuida de nós.
A Misericórdia de Deus prevalecerá sobre a nossa vida, quaisquer que sejam as circunstâncias, porque Ele é bom, e, em sua bondade, cuida de nós.
sábado, 9 de dezembro de 2017
A igreja do pastor Roboão
Artigo
que recebi via e-mail
Roboão
herdou um grande reino, ainda cheio do esplendor conquistado por seu
pai, Salomão, e seu avô, Davi. Era dele o trono sobre todo o
Israel. O 12º capítulo do 1º livro dos Reis conta a sua coroação,
e como o povo, liderado por Jeroboão, queria que o novo rei
aliviasse a pesada carga de tributos e trabalhos forçados que seu
pai lhes havia imposto. Roboão lhes pediu que voltassem em 3 dias
para ouvir a sua resposta. Buscou conselho, inicialmente, com os
anciãos que haviam servido a seu pai, e esses lhes disseram que
deveria se tornar “servo do seu povo” e falar-lhes “boas
palavras” (v. 7), o que não satisfez Roboão. Procurou, então, os
jovens que haviam sido criados com ele, e esses lhe aconselharam a
ser ainda muito mais duro do que fora seu pai com o povo (vv. 11-12),
o que terminou sendo feito “asperamente” pelo novo rei (v. 13),
resultando na divisão do reino em dois, Israel ao norte (sob o
comando de Jeroboão) e Judá ao sul (o que restou a Roboão).
Ainda que a Bíblia relate que todas essas coisas aconteceram segundo o propósito de Deus (v. 15), é possível daí extrair lições para a igreja evangélica atual, que despreza tanto os conselhos dos antigos e vive à caça de inovações. É verdade que muitas dessas novidades nada têm de “jovens” e são heresias seculares, mas elas rotineiramente reaparecem com a roupagem e o frescor de coisa nova, como se todo o caminho trilhado pela Igreja cristã ao longo de dois milênios não mais tivesse qualquer valor. Nada mais satisfaz os novos líderes evangélicos. Mesmo aquilo que foi uma aparente novidade dez anos atrás não tem mais qualquer serventia nesta ânsia desenfreada de parecer jovem e antenado, talvez "diferente", como se o cristianismo tivesse começado no dia em que o profeta de ocasião “sentiu o desejo no coração” de fundar uma nova denominação. Os templos enchem e as mentes se esvaziam, numa rotatividade mórbida de membros que entram e que saem, sem que ninguém realmente consiga identificar o que foi que eles aprenderam (e principalmente creram – ou não) sobre Jesus. Isso, entretanto, não importa aos líderes, já que seu único compromisso é com sua vaidade e o culto ao seu próprio ego, imune a conselhos de qualquer época e espécie.
É neste aspecto que o conselho dos anciãos - que Roboão rejeitou – continua válido para os dias atuais. Precisamos de pastores que sejam, também, “servos do seu povo” e não que dele se sirvam. Quando os anciãos aconselharam Roboão a dizer “boas palavras” aos seus súditos, não estavam lhe pedindo que fosse demagogo ou hipócrita, mas que seguisse a gentileza, retidão, justiça e humildade, e que o rei não se esquecesse que a boa liderança inclui necessariamente o bom serviço, como o próprio Jesus se dispôs a fazer (Marcos 10:45). A autoridade do rei (e do líder cristão) não deriva, portanto, dos decretos egocêntricos ou do estilo áspero e inatingível de se impor, mas do respeito que ele tem por seu povo e pelo serviço que lhe devota. Infelizmente, hoje há muitos pastores que se preocupam mais com suas “determinações” e seus comandos imperativos do que simplesmente servir ao seu rebanho, com temor e tremor, o puro e imaculado evangelho da cruz de Cristo.
Ainda que a Bíblia relate que todas essas coisas aconteceram segundo o propósito de Deus (v. 15), é possível daí extrair lições para a igreja evangélica atual, que despreza tanto os conselhos dos antigos e vive à caça de inovações. É verdade que muitas dessas novidades nada têm de “jovens” e são heresias seculares, mas elas rotineiramente reaparecem com a roupagem e o frescor de coisa nova, como se todo o caminho trilhado pela Igreja cristã ao longo de dois milênios não mais tivesse qualquer valor. Nada mais satisfaz os novos líderes evangélicos. Mesmo aquilo que foi uma aparente novidade dez anos atrás não tem mais qualquer serventia nesta ânsia desenfreada de parecer jovem e antenado, talvez "diferente", como se o cristianismo tivesse começado no dia em que o profeta de ocasião “sentiu o desejo no coração” de fundar uma nova denominação. Os templos enchem e as mentes se esvaziam, numa rotatividade mórbida de membros que entram e que saem, sem que ninguém realmente consiga identificar o que foi que eles aprenderam (e principalmente creram – ou não) sobre Jesus. Isso, entretanto, não importa aos líderes, já que seu único compromisso é com sua vaidade e o culto ao seu próprio ego, imune a conselhos de qualquer época e espécie.
É neste aspecto que o conselho dos anciãos - que Roboão rejeitou – continua válido para os dias atuais. Precisamos de pastores que sejam, também, “servos do seu povo” e não que dele se sirvam. Quando os anciãos aconselharam Roboão a dizer “boas palavras” aos seus súditos, não estavam lhe pedindo que fosse demagogo ou hipócrita, mas que seguisse a gentileza, retidão, justiça e humildade, e que o rei não se esquecesse que a boa liderança inclui necessariamente o bom serviço, como o próprio Jesus se dispôs a fazer (Marcos 10:45). A autoridade do rei (e do líder cristão) não deriva, portanto, dos decretos egocêntricos ou do estilo áspero e inatingível de se impor, mas do respeito que ele tem por seu povo e pelo serviço que lhe devota. Infelizmente, hoje há muitos pastores que se preocupam mais com suas “determinações” e seus comandos imperativos do que simplesmente servir ao seu rebanho, com temor e tremor, o puro e imaculado evangelho da cruz de Cristo.
quinta-feira, 2 de novembro de 2017
QUANDO A MORTE CHEGA - PERDA NA FAMÍLIA.
O que fazer quando a
perda de um ente querido nos assola? Palavras humanas não
conseguirão suprir a necessidade e a carência por causa de tal
perda. Somente quem sofre tem a dimensão desta dor. O apóstolo
Paulo na II carta aos coríntios 1.3 e 4 diz: “Deus é o Pai das
misericórdias e de toda consolação que nos consola em toda a nossa
tribulação.”
Também nos mostra que
um dia Jesus virá buscar a Sua Igreja. “O Senhor descerá do céu
com alarido, e com voz de arcanjo, e com trombeta de Deus, e os que
morreram em Cristo ressuscitarão primeiro...Portanto, consolai-vos
uns aos outros com estas palavras”(I Ts.4.16,18). Busque, no
Senhor, o conforto para o seu coração e, Ele dará paz a você.
Creia, Jesus o (a) ama como se fosse único (a) e, por isso, o (a)
ajudará a superar a intensa dor que está sentido neste momento.
No evangelho de João
11.25 o próprio Jesus diz: “Quem crê em mim, ainda que esteja
morto, viverá”, isto significa dizer: Todos os que morrerem,
crendo em Jesus Cristo como o seu Salvador, terão vida eterna. Para
que isto aconteça é preciso que haja preparação em vida. A Bíblia
diz em Amós 4.12: “Prepara-te para te encontrares com o teu Deus”.
Entendemos então, que sem preparação espiritual, ninguém
alcançará a eternidade com Deus. Apesar dessa dor que está
sentindo, a vida continua e, você precisa ter a certeza de sua
salvação eterna. Saiba que um dia todos comparecerão diante do
Tribunal de Deus e, o Justo Juiz dirá aos salvos: “Vinde benditos
de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado
desde a fundação do mundo” (Mt.25.34).Mas, dirá também aos que
em vida não aceitaram a salvação: “Apartai-vos de mim, malditos,
para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos”
(Mt.25.41).
Não há outra
opção; ou você decide seguir a Jesus nesta vida para ouvir o
“Vinde bendito(a) de meu Pai”, ou o seu futuro eterno será
tenebroso. Decida-se: Busque no Senhor não somente o conforto para o
seu sofrimento, mas, principalmente acertar as contas com Deus e Ele
o (a) abençoará e, na eternidade o (a) acolherá em Seus braços
para sempre.
Assinar:
Postagens (Atom)